sábado, 3 de outubro de 2009

Vá pegar uma praia!



Para viver sem culpa nesse vastíssimo país tropical, em tempos de buraco na cama de ozônio e aquecimento global:


Para a nossa civilização contemporânea, pouco importa a passagem do Sol. As estações do ano passam despercebidas, umas atrás das outras. Os dias não são nem mais longos, nem mais curtos durante o ano, pois nós acendemos a luz. Quando está frio, liga-se o aquecedor; e quando está quente, liga-se o ar condicionado. Ao contrário dos povos antigos, que durante o dia ficavam expostos ao sol e ao ar livre, nós vivemos isolados do Sol, entre quatro paredes – em casa, no trabalho, nos automóveis, ônibus, metrôs e trens.
 Até a época de nossos bisavós – época em que não existiam antibióticos, transfusões de sangue e cirurgias – as propriedades curativas e preventivas do Sol eram reconhecidas por todos. Nos hospitais, os pacientes eram obrigados a tomar “banho de Sol” diariamente. Aqueles que não podiam andar, eram levados em cadeiras. E aqueles que não podiam sentar, eram levados com cama e tudo!
 Da minha infância em São Paulo, guardo a lembrança da importância dada pelos adultos a expor suas crianças ao Sol e ao ar livre. Hoje, vejo por todo lado carrinhos de bebê tapados com mantas. As crianças – pálidas! – deixaram de passar o dia nas praças e parques, para passá-los dentro de creches e escolas desde a mais tenra idade. “Brincadeiras ao ar livre? O que é isso??”
Escola, lições de casa, aulas fora da escola, cursinho, vestibular, faculdade, estágios, trabalhos, pós-graduação… nossa vida passa em confinamento. Sem Sol.

Nas últimas décadas, os médicos, a mídia e as instituições mais importantes da área de saúde têm advertido a população para se esconder do Sol. “O Sol envelhece”. “O Sol queima”. “O Sol dá câncer!”. Interessante observar que a incidência de melanoma, um câncer maligno de pele, vem aumentando continuamente, apesar da exposição cada vez menor ao Sol e uso cada vez maior de protetores solares pela população.
Um dos maiores protetores celulares, da pele e de todo o organismo, contra o câncer, é a vitamina D. E a vitamina D é fabricada na nossa pele a partir dos raios ultravioleta B do Sol!
O Sol é a nossa principal fonte de vitamina D.
Os raios ultravioleta B – único comprimento de onda capaz de se transformar em Vitamina D – é bloqueado pelos protetores e bloqueadores solares. Nós estamos vivendo, mundialmente, um período trágico na saúde da população devido à má compreensão da natureza e da necessidade dos raios ultravioleta B e da Vitamina D.

A Vitamina D possui papel importante na prevenção de uma série de doenças, como por exemplo:
Enxaqueca
Insuficiência da glândula adrenal
Mal de Alzheimer
Alergias
Doenças autoimunes, como esclerose múltipla e artrite reumatóide
Câncer de intestino grosso, mama, pele e próstata
Depressão
Diabetes
Intolerâncias alimentares
Hipertensão arterial e doenças cardiovasculares
Infertilidade
Distúrbios de aprendizado e distúrbios do comportamento
Cáries dentárias, dentes “encavalados”
Miopia
Obesidade
Osteopenia, osteoporose
Mal de Parkinson
TPM
Psoríase

Pesquisas científicas indicam que a deficiência de vitamina D possui influência na causa de 17 tipos de câncer, além de doenças cardíacas, derrame, diabetes, pressão alta, depressão e dor crônica. Isso não significa que a única causa dessas doenças seja a deficiência da Vitamina D, nem que você estará totalmente a salvo de contraí-las se apresentar níveis normais de vitamina D. Significa apenas que as múltiplas influências da Vitamina D na saúde não podem mais ser desprezadas.

Em 19 de fevereiro de 2008, o jornal The New York Times publicou um artigo sobre a Vitamina D como o possível nutriente da década. Na minha opinião, a vitamina D não é o nutriente da década, mas sim do Século!
O artigo cita o estudo de pesquisadores da Creighton University, nos EUA, duplo-cego, aleatório e controlado, em 1179 mulheres pós-menopausadas, conduzido por 4 anos e publicado no American Journal of Clinical Nutrition no qual as mulheres que tomaram 1100 U.I. (”Unidades Internacionais”) de Vitamina D3 tiveram incríveis 80% menos câncer que aquelas que não receberam esse nutriente.

A médica Dra. Susan Thys-Jacobs, diretora clínica do Centro de Metabolismo Ósseo do Centro Hospitalar St. Luke’s-Roosevelt da Faculdade de Medicina e Cirurgia da Universidade de Columbia em Nova Iorque, alertou, em dois estudos publicados na revista científica Headache, em 1994 [34(10):590-2 e 34(9):544-6], sobre o papel da Vitamina D no tratamento da enxaqueca. Esses estudos foram convenientemente esquecidos, e jamais tentou-se reproduzi-los ou aprimorá-los desde então. A quem interessa patrocinar estudos científicos caríssimos com um nutriente que pode ser obtido de graça através do Sol? Quem lucraria com isso?
A indústria farmacêutica lucra bilhões de dólares “protegendo-nos” dos raios ultravioleta B através dos “protetores” e “bloqueadores” solares.
 Nós passamos a vida tão confinados, que perdemos completamente a familiaridade com o sol. Em outras palavras, desaprendemos a tomar sol. Na verdade, muitos de nós sequer chegamos a aprender! “Afinal, quem precisa se preocupar com isso, uma vez que existe o protetor solar?”
Há várias décadas atrás, quando o uso do “filtro solar” ainda não era difundido e a moda era passar “óleo bronzeador” na pele, os brasileiros possuíam uma familiaridade muito maior com o Sol e seus efeitos. Alguns de nós, por vezes, sentíamos literalmente na pele a dor e desconforto de uma queimadura solar, e essa dor nos ensinava uma grande lição: evitar a exposição solar exagerada.

Antigamente, o atrativo da praia era… a praia! Sim! A areia e o mar – e só! Passava-se as férias de verão (3 meses) e de inverno (1 mês) na praia – na areia e no mar, literalmente. E quem morava no litoral ia à praia sempre que podia! Hoje em dia, muitas pessoas que moram em paraísos litorâneos, como o Rio de Janeiro, não freqüentam praia há anos!
Hoje em dia, o atrativo da praia passou a ser comida, sob a forma de petiscos industrializados repletos de corantes e conservantes, frituras em óleos vegetais totalmente oxidados, farináceos, refrigerantes, bebidas alcoólicas… é só espiar as propagandas de cerveja na televisão, para se ter uma idéia. Quem leva sua própria comida caseira para lanchar na praia é “farofeiro”. Bom mesmo é comprar tudo na hora: camarão frito, bolachas, batata frita, peixe frito (tudo com uma pitada generosa de glutamato monossódico, é claro), picolé, refrigerante, cerveja… Que saudades da época em que um pescador grelhava o peixe recém-pescado na nossa frente, ali mesmo na areia! … e da época em que a comida era a última coisa em que se pensava, quando íamos à praia! Conversava-se à sombra, tomava-se “banho de sol”, caminhava-se, entrava-se no mar, brincava-se na areia, olhava-se para o horizonte…

Com o advento do filtro solar, o Sol passou a ser demonizado como nosso pior inimigo. A indústria farmacêutica passou a investir pesadamente na formação de opinião médica negativa com relação a toda e qualquer exposição ao Sol.
Campanhas como esta criam, na classe médica e na população, uma sensação de medo, que em última análise leva ao aumento no consumo dos produtos que a patrocinaram. O retorno financeiro é imenso! Só você é que não tem nada a lucrar!
 Nossa pele precisa dos raios solares ultravioleta B para fabricar a vitamina D, importantíssima para nossa saúde e bem-estar. A atual campanha no sentido de evitar, indiscriminadamente, a exposição ao Sol, pode estar colaborando para o aparecimento de muitos tipos de câncer em diversos órgãos, além de osteoporose, dor crônica e depressão, entre outras doenças.

Reportagem completa no Enxaqueca do competente Dr. Feldman, bom final de semana (com praia, ou parque)




Além do conhecido papel para a saúde dos ossos, a vitamina D é importante para prevenir diabetes, câncer, hipertensão e infecções; saiba como garantir o aporte correto
Leonardo Wen/Folha Imagem

A empresária Vera Folli, 53, trocou os remédios contra esclerose múltipla por vitamina D e não manifesta nenhum sintoma da doença. 

FERNANDA BASSETTE / JULLIANE SILVEIRA 
DA REPORTAGEM LOCAL

Não passa uma semana sem que surja uma nova pesquisa associando a falta de vitamina D no organismo a alguma doença. Os problemas vão além da saúde óssea prejudicada -relação já estabelecida, pois o nutriente contribui para a fixação do cálcio nos ossos. Hoje, estudos mostram que a deficiência pode levar a hipertensão, diabetes, infecções e alguns tipos de câncer.

Há até pouco tempo, os especialistas acreditavam que a discussão sobre a falta da vitamina era desnecessária no Brasil, já que um país tropical recebe luz solar suficiente -a maior parte da vitamina D é sintetizada com a ajuda dos raios solares.

No entanto, pesquisas recentes já apontam problemas entre os brasileiros. Um estudo realizado com 603 funcionários do Hospital Universitário da USP (Universidade de São Paulo) mostrou deficiências da vitamina tanto no fim do inverno quanto no término do verão.
"Ninguém esperava esses resultados para São Paulo. Ainda faltam estudos em outras partes do país, mas talvez seja possível extrapolar os resultados para toda a região que vai de Belo Horizonte ao Sul, principalmente nas grandes cidades", diz Rosa Moysés, nefrologista do Hospital das Clínicas de São Paulo e autora da pesquisa.

Um outro trabalho, feito por pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), com 177 idosos que vivem em instituições e outros 243 idosos que moram em casa. Entre os primeiros, 41% tinham níveis muito baixos de vitamina D e, entre os outros, 30% .

"Os números são assustadores. Mesmo trabalhos com mulheres no Recife encontraram grande deficiência, porque elas também se escondem do sol. É um problema das grandes cidades", afirma a endocrinologista Marise Castro, chefe do Setor de Doenças Osteometabólicas da universidade.

O deficit também existe entre adolescentes. A nutricionista Bárbara Peters, pesquisadora da Unifesp, detectou o problema em uma pesquisa feita com 136 jovens de Indaiatuba (interior de São Paulo) -62% deles apresentavam índice insuficiente de vitamina D.
"Não esperava esse resultado, pois são adolescentes saudáveis que vivem em uma cidade bastante ensolarada."

Trabalhos feitos em animais mostraram que a vitamina D tem um papel inibidor da renina, hormônio que contribui para elevar a pressão arterial.

Um trabalho finlandês divulgado na semana passada no "American Journal of Epidemiology" confirma o alerta. Por 27 anos, foram monitoradas 5.000 pessoas.

Houve relação entre baixos índices da vitamina e maior risco de derrame e de outras doenças cardiovasculares.
"Pessoas com níveis adequados de vitamina D têm menos risco de calcificação das artérias, pois a vitamina possui uma ação anti-inflamatória", afirma Marcelo de Medeiros Pinheiro, reumatologista da Unifesp.

O nutriente também estimula a produção de insulina, melhorando o controle da glicose, e diminui a resistência ao hormônio -o que ocorre em quem tem diabetes tipo 2. Sua falta pode favorecer o desenvolvimento da doença.

Tumores de cólon, de próstata e de mama também já foram associados à deficiência de vitamina D em pesquisas. A explicação pode estar no papel da vitamina no ciclo de proliferação celular -a substância ajuda a equilibrar a divisão das células.

Quem tem deficiência da vitamina é também mais vulnerável a infecções, pois o nutriente atua na produção de proteínas antibacterianas.

"Uma das mais estudadas é a tuberculose. Um estudo em laboratório mostrou o papel da vitamina D na doença", acrescenta Moysés.

Combate
A explicação para as baixas taxas da vitamina no sangue são a pouca exposição ao sol -já que as pessoas passam boa parte do tempo em escritórios- e o baixo consumo de alimentos com o nutriente em quantidade razoável.

Com relação ao sol, ainda existe uma grande polêmica: o uso de filtro solar. Para alguns especialistas, o protetor dificulta a absorção dos raios UVB, responsáveis por atuar na sintetização da vitamina.

Por isso, eles sugerem uma exposição de pernas e braços descobertos por cerca de 15 minutos diários sem filtro.

"O produto certamente diminui a produção da vitamina D. Mas hábitos saudáveis [como exercícios ao ar livre] também podem ajudar a diminuir a hipovitaminose D, pois aumentam a exposição solar, mesmo naqueles que irão usar o protetor", diz Moysés.

No entanto, Marcus Maia, dermatologista e oncologista da Santa Casa de São Paulo, discorda e diz que não existe fotoproteção tão intensa capaz de impedir a síntese da vitamina.

Ele diz que sete minutos de exposição solar, três vezes por semana, são o suficiente. Maia analisou os níveis de vitamina D no sangue de 50 pessoas: 25 com melanoma (tipo mais agressivo de câncer de pele) e que usavam protetor solar diariamente nas doses recomendadas e 25 pessoas que não tinham a doença.

Ele constatou que nenhum paciente tinha níveis insuficientes da vitamina. "Nem quem precisa usa o filtro solar corretamente. Proteção solar absoluta, capaz de bloquear a síntese da vitamina D, é impossível. Por isso, outras possíveis causas do deficit da vitamina teriam de ser estudadas", diz.
O consumo de alimentos que contêm o nutriente é indicado, mas não resolve o problema. Só de 10% a 20% do valor diário recomendado podem ser obtido por meio dos alimentos.

Segundo Marcelo Pinheiro, pesquisa feita com 2.400 pessoas constatou que o brasileiro consome cinco vezes menos vitamina D do que o recomendado internacionalmente -que é de dez a 15 microgramas.

Por esse motivos, especialistas acreditam que seja necessária uma política de fortificação de alimentos e de suplementos da vitamina. No Brasil, o nutriente só é encontrado em versão manipulada.

Roseli Sarni, presidente do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Pediatria, diz que crianças de até 18 meses devem receber suplementação, pois o que ingerem com o leite materno não é suficiente.

Sarni afirma que a suplementação de vitamina independe do fato de a criança tomar sol. Nessa faixa etária, a recomendação semanal é de meia hora se o bebê estiver só de fraldas ou de duas horas se estiver com rosto, mãos e pés expostos ao sol.





Vitamina é usada contra esclerose 
DA REPORTAGEM LOCAL

Pacientes com esclerose múltipla têm sido tratados também com vitamina D pelo neurologista Cícero Galli Coimbra, da Unifesp.

Pesquisas mostram que pessoas com esclerose e outras doenças autoimunes têm uma dificuldade genética de sintetizar vitamina D. "Essa produção é o mecanismo que a natureza criou para impedir que o sistema imunológico agrida o próprio organismo", afirma.

Isso quer dizer que esses pacientes têm resistência ao nutriente e precisam de doses elevadas para evitar a agressão do sistema imune. Os melhores resultados são obtidos com doses diárias que variam de 20 mil a 40 mil UIs (unidades internacionais) de vitamina.

O tratamento foi desenvolvido com base em estudos que mostram que as pessoas com as manifestações mais graves da doença são as que apresentam os menores índices de vitamina D no organismo.

"Pode demorar até algumas décadas, mas fatalmente a medicina vai usar a vitamina D como a principal forma de combater doenças autoimunes. O que vai atrasar isso é o preconceito dos médicos com relação à vitamina e a questão é econômica -remédios contra essas doenças são caros e há um grande público consumidor."

A empresária Vera de Melo Folli, 53, ingere 25 mil UI diariamente há quatro anos. "Fiz o tratamento tradicional contra esclerose por dois anos, mas estava piorando e sentia muitos efeitos colaterais. Desde 2005, eu uso somente a vitamina D e nunca mais tive crises. Trabalho 14 horas por dia e tenho uma energia absurda", conta.
Ela monitora os índices de vitamina D por exame de sangue e tem consultas médicas a cada seis meses. (JS)


Alimentos com mais vitamina D 
É indicada a ingestão de 10 a 15 microgramas por dia, além da exposição ao sol
Salmão
100 g = 7 microgramas 

Sardinha
100 g = 4,5 microgramas 

Atum
100 g = 3,5 microgramas 

Gema de ovo
1 unidade = 0,9 micrograma 

Ostra
100 g = 8 microgramas 

Leite integral
1 copo (250 ml) = 0,5 micrograma 

Leite de soja fortificado
1 copo (250 ml) = 2,5 microgramas 


Fonte: BÁRBARA SANTA ROSA EMO PETERS, nutricionista, e MARCELO PINHEIRO, reumatologista

Sintetizando 
A maior parte da vitamina D presente no organismo é produzida com a ajuda do sol

1 - Uma substância chamada 7-dehidrocolesterol está presente na epiderme 

2 - Os raios UVB do sol entram em contato com a pele e o calor converte a substância em vitamina D3 

3 - A vitamina D3 cai na corrente sanguínea e chega ao fígado 

4 - No órgão, se transformaem 25-hidroxivitaminas D 

5 - Nos rins, se transformam em vitamina D ativa 

6 - Então, participa de processos como fixação de cálcio no osso, absorção de cálcio pelo intestino e funções neuromusculares 

Fonte: MARISE CASTRO, endocrinologista


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E do blog amigo: Sol, saúde e alegria

4 comentários:

Carol Flor disse...

Oi Carol, sempre que viajo e tomo bastante sol saudável(de manhãzinha e de tardinha) minha saúde fica ótima, minha pele agradece!
Ótimo reforço esse seu texto.

sylribeiro disse...

nossa adorei esse post! ja li o artigo do dr alexandre tambem!
essa informação sobre os beneficios do sol, tempo de exposição, horarios, e sobre os bloqueadores solares, tem tudo a ver.
eu sinto na alma que o sol cura, se bem dosado, e definha, se mal ou nao usado.
moro num apartamento que nao bate sol, são paulo...apesar da linda luz que tem na casa, o sol mingua, so alguns meses por ano, e nesse periodo eu procuro fazer uso dele corretamente. essa postagem me deixou mais atenta a uns sintomas nas articulações, e mais atenta a tudo tambem, valeu, obrigado aos dois ( vc e dr alexandre ) e permisso, vou divulgar no meu blog ( com todos os lins e creditos ) para mais gente fazer bom uso dessa informação! abraços

Carol Daemon disse...

Oi moças, que bom saber que um solzinho de vez em quando não mata ninguém, né.
Também adorei essa posição do Dr. Alexandre.

Fiquem a vontade para divulgar, abraços

Carol Daemon disse...

http://diariodasaude.com.br/news.php?article=jovens-brasileiros-tem-insuficiencia-vitamina-d&id=4620

Jovens com carência de vitamina por falta de sol