sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Incensos e Aromatizadores de ambiente não são sustentáveis: o mundo também é o que você cheira



"O Senhor disse a Moisés:
“Escolhe os mais preciosos aromas: quinhentos siclos de mirra virgem, a metade, ou seja, duzentos e cinqüenta siclos de cinamomo, duzentos e cinqüenta siclos de cana odorífera,  quinhentos siclos de cássia (segundo o siclo do santuário), e um hin de óleo de oliva.
Farás com tudo isso um óleo para a sagrada unção, uma mistura odorífera composta segundo a arte do perfumista. Tal será o óleo para a sagrada unção.
Ungirás com ele a tenda de reunião e a arca da aliança, a mesa e seus acessórios, o candelabro e seus acessórios, o altar dos perfumes, o altar dos holocaustos e todos os seus utensílios, e a bacia com seu pedestal.
Depois que os tiveres consagrado, eles tornar-se-ão objetos santíssimos, e tudo o que os tocar será consagrado.
Ungirás Aarão e seus filhos, e os consagrarás, para que me sirvam como sacerdotes.
Dirás então aos israelitas: este óleo vos servirá para a unção santa, de geração em geração.
Não se derramará dele sobre o corpo de homem algum; e não fareis outro com a mesma composição: é uma coisa sagrada, e deveis considerá-la como tal.
Se alguém fizer uma imitação, ou ungir com ele um estrangeiro, será cortado do meio de seu povo.”
O Senhor disse a Moisés: “Toma aromas: resina, casca odorífera, gálbano, aromas e incenso puro em partes iguais.
Farás com tudo isso um perfume para a incensação,

O Senhor disse a Moisés:
“Toma aromas: resina, casca odorífera, gálbano, aromas e incenso puro em partes iguais.
Farás com tudo isso um perfume para a incensação, composto segundo a arte do perfumista, temperado com sal, puro e santo.
Depois de tê-lo reduzido a pó, pô-lo-ás diante da arca da aliança na tenda de reunião, lá onde virei ter contigo. Essa será para vós uma coisa santíssima.
Não fareis para vosso uso outro perfume da mesma composição: considerá-lo-ás como uma coisa consagrada ao Senhor.
Se alguém fizer uma imitação desse perfume para respirar o seu odor, será cortado do meio de seu povo."

Bíblia Cristã, Livro do Êxodo 30, 22-38


Aromatizar e purificar o ar é um hábito milenar, que voltou à moda com a "onda new age" iniciada na década de 60 e na retomada dos 90 (nos anos 80, usava-se spray "Bom ar") e obviamente, foi deturpado pela cultura de massa, onde acredita-se no equívoco de que a quantidade leve à qualidade.

Hoje, queimar incenso e demais aromatizadores são um risco à saúde, a fumaça de um incenso equivale, em benzeno, à de 3 cigarros. Incensos não são mais feitos de sal grosso, carvão vegetal e óleos essenciais (como os primeiros sacerdotes israelitas foram ensinados), mas de essências artificiais e muita química, incluindo formol.
Os aromatizadores, sejam aquecidos ou não, são igualmente 100% artificiais, à base de essênciais sintéticas de qualidade inferior e proibidas para contato com a pele e mucosas.
As antigas velas eram feitas em cera de abelhas (ou carnaúba), hoje são feitas em parafina mineral (derivado de petróleo). A fumaça de uma vela aromatizadora é óleo mineral queimado combinado à essência sintética.

A fumaça poluente de uma indústria é tão nociva, quanto a química dos nossos aromatizadores.
A chuva ácida se forma quando o gás poluente liberado por uma chaminé industrial, atinge a atmosfera, encontra o vapor d´água natural do meio e intoxica a chuva que cai sobre a terra e atinge os lençóis freáticos da água que nós bebemos.

O mesmo princípio dos cosméticos sustentáveis aplica-se aos aromatizadores: se você não pode passar na pele e colocar na boca, não deveria inalar.
Se o Flow nos ensina que o mundo é o que você bebe, e Barbara Kingsolver, que "O mundo é o que você come", podemos concluir também que o mundo é que a gente cheira.


O que eu uso em minha casa?
Muitas folhas de eucalipto e cedro, em vasos. Duram muito e deixam a casa com cheiro de sítio, um dos cheiros da minha infância. Ervas frescas como alecrim, hortelã, poejo e manjericão também perfumam o ambiente, além de serem fundamentais na  cozinha, e as flores tradicionais como "damas da noite", rosas e jasmins, chegam até a enjoar.




Papier d´armenie, um incenso natural e biodegradável francês, feito em papel de papiro e naturalmente aromatizado com uma essência muito suave. Uma instituição nacional que existe há 120 anos e torna a vida mais cheirosa, sem agredir à saúde e o meio ambiente.











Óleos essenciais, os mesmos da fórmula de composição dos bons cosméticos sustentáveis, são óleos naturais extraídos diretamente de muitas plantas e flores potencializadas, para uso medicinal, cosmético e hedonista, já que o corpo, a  mente e o espírito são indissociáveis. Óleos essenciais são a base da aromaterapia curativa e trazem um prazer imenso quando diluídos em água, águas de rosas, lavanda, melissa e laranjeiras ou ainda álcool de cereais para borrifar o ambiente, e até mesmo diluído em um pouco de água da torneira no difusor (ou rechaud à vela).




Na Ecovila Ashram de Parati, Goura Vrindávana, os óleos de flores eram feitos em grandes vasos de barro em estufa com ervas secas combinadas à base de óleo vegetal. 100% orgânico e biodegradável, o melhor removedor de maquiagem que já usei, pode ser inalado como aromatizador sem nenhuma contra-indicação.

As ervas secas e algumas especiarias, vendidas a granel, rendem ótimos travesseiros e sachês para armários e até banhos de banheira. As mais comuns são de alecrim, macela, eucalipto, camomila, rosas, capim limão, alfazema (lavanda) e jasmim. É como dormir com uma vaso de flores na mesinha de cabeceira, ajuda a embalar o sono. As folhas e cascas de frutas cítricas, como limão, laranja e tangerina também se prestam a perfumar ambientes, especialmente as cascas raladas e maturadas em álcool, ou as folhas queimadas, cujo óleo é muito estimulante e perfumado. O cravo, alecrim e a lavanda, além de perfumarem, funcionam como repelentes naturais justamente pela potência do odor, que é desagradável a insetos.

Um banho de banheira muito simples e gostoso, faz-se deixando algumas cascas de tangerinas e cravos da Índia na banheira. Você, e a casa toda, ficam com aquele cheiro inconfundível.

Algumas linhagens espiritualistas ainda mantém o hábito de fazer seus próprios defumadores, como o Candomblé, que usa carvão vegetal, sal grosso e as ervas "espanta quebranto" tradicionais, como guiné, arruda, levante, pimenteira, cravo, canela e afins. Há inclusive uma tradição de banhos de cheiro e descarrego infindável., que pode ser o que você está procurando ou não, mas que servem como base de inspiração.

Sônia Hirsch nos sugere uma defumação em erva cidreira (capim limão ou capim santo) que pode até ser feita na panela com a erva seca. Muito simples, basta queimar a erva seca na panela e sair espalhando a fumaça pelos cantos da casa. E a erva comprada a granel é muito em conta.




Teste mostra que fumaça de incenso é prejudicial à saúde

Cláudia Collucci, Folha de S.Paulo

Usado desde a Antigüidade com sentido de purificação e proteção, o incenso acaba de receber sinal vermelho da Pro Teste, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. Cinco marcas avaliadas mostram que daquela fumacinha, aparentemente inocente, exalam substâncias altamente tóxicas.

Queimando um incenso todos os dias, por exemplo, a pessoa inala a mesma quantidade de benzeno -substância cancerígena - contida em três cigarros, ou seja, em torno de 180 microgramas por metro cúbico. Há também alta concentração de formol, cerca de 20 microgramas por metro cúbico, que pode irritar as mucosas.
As substâncias nem de longe lembram as especiarias aromáticas com as quais o incenso era fabricado no passado, como gálbano, estoraque, onicha e olíbano. Se há uma leve semelhança, ela reside na forma obscura da fabricação. No passado, o incenso era preparado secretamente por sacerdotes.

Hoje, o consumidor também não é informado como esses produtos são feitos e quais substâncias está inalando. O motivo é simples: por falta de regulamentação própria, os fabricantes de incenso não são obrigados a fazer isso.
Nas cinco marcas avaliadas (Agni Zen, Big Bran, Golden, Hem e Mahalakshimi), todas indianas, não há sequer o nome do distribuidor brasileiro na embalagem. Muito menos a descrição de quais substâncias compõem o produto. A Folha tentou localizar as empresas, por meio dos nomes dos incensos, mas, assim como a Pro Teste, não teve sucesso.

A avaliação foi feita a partir da simulação do uso em ambiente parecido com uma sala. Segundo a Pro Teste, foi medida a emissão de poluentes VOCs (compostos orgânicos voláteis) e de substâncias passíveis de causar alergias, como benzeno e formol. As concentrações foram medidas após meia hora do acendimento.

Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro Teste e colunista da Folha, alerta que os aromatizadores de ambiente, como o incenso, são vendidos sem regulamentação ou fiscalização, o que representa perigo à saúde.
"Os consumidores pensam que se trata de produtos inofensivos, que trazem harmonia e, na verdade, estão inalando substâncias altamente tóxicas e até cancerígenas."
A Pro Teste reivindica que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) faça um estudo sobre o impacto dos produtos na saúde e elabore regulamentação para a produção, importação e venda no Brasil.

"Estou surpresa. Acendo incensos diariamente há 20 anos no momento em que faço minhas preces no altar budista que tenho na sala. É uma forma de agradecimento às divindades e de limpeza energética. Jamais pensei que eles pudessem fazer mais mal do que bem", diz Renata Sobreira Uliana, 49.

O resultado dos testes também surpreendeu os médicos. "Nunca li nenhum artigo científico a respeito disso, mas é um dado muito interessante, que vai fazer a gente repensar a forma de liberar esse tipo de produto", diz José Eduardo Delfini Cançado, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia.
Clystenes Soares Silva, pneumologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), explica que nem pessoas predispostas a desenvolver quadros alérgicos (como rinite e asma) nem pessoas saudáveis devem se expor aos incensos.





Estudo descobriu que fumaça do incenso é mais tóxica que a do cigarro, podendo causar mutação celular

Um novo estudo descobriu que a fumaça do incenso pode ser mais mutagênica, genotóxica e citotóxica que a fumaça do cigarro.
Isso significa que ela é capaz de provocar mutações genéticas e causar alterações no DNA das células, levando ao câncer.
Nick Hopkinson, assessor médico da Fundação Britânica do Pulmão, disse que muitas formas de fumaça, incluindo a de incenso, podem ser tóxicas. Dadas as conclusões do estudo, recomenda-se que pessoas com doença pulmonar evitem incensos, bem como pais com crianças pequenas em casa, cujos pulmões ainda estão se desenvolvendo.
Normalmente, o incenso é feito de varas de bambu revestidas em serragem e óleos de essências. Quando queimado, as partículas são liberadas no ar. E quando aspiradas, podem ficar presas nos pulmões, causando uma reação inflamatória. Até agora, poucas pesquisas foram feitas sobre o fato de o incenso ser uma fonte de poluição do ar, embora tenha sido ligado ao desenvolvimento de câncer de pulmão, leucemia infantil e tumores cerebrais.
Os pesquisadores queriam avaliar os riscos para a saúde associados à fumaça do incenso. Um estudo liderado pelo Dr. Zhou Rong, da South China University of Technology, testou os efeitos da fumaça em células, em comparação aos efeitos da fumaça do cigarro. Eles testaram dois tipos de incenso. Ambos continham madeira de ágar e sândalo, que estão entre os ingredientes mais comuns usados para fazer esse produto. Os pesquisadores então compararam os efeitos da fumaça de incenso e da fumaça de cigarro em células do ovário de hamsters chineses e fizeram testes com cepas de Salmonella.
A fumaça do incenso mostrou-se mais mutagênica, citotóxica e genotóxica do que a do cigarro testada no estudo. Isso significa que o incenso possui propriedades químicas que podem mudar o material genético, tal como o DNA em células e, portanto, causar mutações.
Além disso, todas essas propriedades têm sido associadas ao desenvolvimento de cânceres. A fumaça dos incensos usada no estudo era composta por partículas finas e ultrafinas, respiradas com facilidade, sendo, portanto, suscetíveis a apresentar efeitos adversos para a saúde, disseram os pesquisadores.
Descobriu-se que a combinação da fumaça de quatro palitos de incenso continha 64 compostos, sendo alguns deles irritantes ou apenas levemente nocivos, e os ingredientes presentes em duas das varas testadas são conhecidos por serem altamente tóxicos. “Claramente, é necessário que haja maior sensibilização e gestão dos riscos de saúde associados com a queima de incenso em ambientes internos”, disse Zhou.
Os pesquisadores esperam que os incensos possam ser mais bem avaliados, após seus resultados. Eles alertaram que o estudo realizado era pequeno e conduzido somente em roedores, pedindo que novos estudos possam verificar suas conclusões. A pesquisa, que foi realizada também pela China Guangdong Tobacco Industrial Company, foi publicada na revista Environmental Chemistry Letters.




A primeira foto foi linkada da última reportagem sobre mutação genética. As duas últimas fotos são do Stepin2mygreenworld.com e as demais são da internet.





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25 comentários:

Green Womyn disse...

Que post legal! Ontem fui a uma farmácia homeopática e, quando perguntei dos incensos, disseram que não mais poderia comercializá-los...

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Olá, visitei seu blog e vi que vc gosta de coletores mentruais e astrologia. Postei sobre Oscar Quiroga algumas vezes e tb sobre coletores e abiosorventes.
Incenso realmente não dá.
abs,
Carol

Green Womyn disse...

Sim, Carol, gosto muito de coletores menstruais e tudo o que for relacionado à saúde da mulher. Por isso, há quatro anos, crei uma lista de discussão chamada Ciclos Naturais Femininos, onde procuramos conversar sobre esses assuntos.

Sempre uso óleos essenciais... Hoje mesmo haverá uma festinha em casa e já criei uma sinergia de OEs boa para conversas e aconchego! ;-)

Carolina Arêas disse...

Carol, estou chocada!!!!

Quando vim do Rio, trouxe uma leva de incensos e vou jogar tudo fora agora!!

Vc conhece o incenso Ananda? Será que até este é prejudicial?

beijos.

sylribeiro disse...

que otimo post CAROL, amei amei.

Durante anos usei incenso e me intoxicava, mas custei a entender que os incensos estavam permissivos a nossa saude, ate que li essa materia da claudia colucci, e parei de usar.

Mas como eu gosto da casa cheirosa!

Outro dia no restaurante Rascal, fui ao toilette e tinha uma vaso imenso, alem de lindo ele exalava um perfume maravilhoso, era alecrim!
Achei o maximo.

beijos

Anônimo disse...

Falando na influencia dos odores/incensos lembro-me de outros odores artificiais, principalmente desodorantes e perfumes, estes me parecem mais graves, afinal as pessoas os espargem no corpo e circulam o dia todo sob sua influencia. Que consequencias causarão no apetite e saude da pessoa?

Isidro

Isabel Monteiro disse...

Olá, Carol! Esta é primeira vez que deixo um comentário aqui no seu blog, e quero registrar que adoro o que você escreve! =) Bem, quanto aos incensos, existem alguns feitos ainda à moda antiga, como os tibetanos, vendidos no Instituto Nyingma do Rio de Janeiro. São uma delícia; mais caros, é verdade, mas também não é para usar a qualquer momento, né? Então fica a sugestão. Abs.

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Olá a todos, adorei as dicas, tanto do vasinho de alecrim quanto dos incensos caseiros tibetanos.
Já tive um travesseiro de alecrim com macela e camomila, que delícia :-)

Não conheço os incensos Ananda muito bem. Achei alguma informação sobre ele e pareceu seguro. Mas na dúvida, use enquanto tiver e depois substitua paulatinamente por oções mais naturais.
http://aromaemagia.com.br/loja/product_info.php?cPath=13&products_id=242

Olá Isabel, seja bem vinda - sobre os cosméticos, há um post aqui que trata disso profundamente, cosméticos sustentáveis (biodegradáveis e não testados em animais), com muitas dicas entre o pessoal que postou comentando.


Lembrei de mais um produto inofensivo: águas de rosas, laranjeiras e melissa. Vou incluir lá em cima, servem até para fazer doces árabes e indianos.

beijos em todos,
Carol

sylribeiro disse...

CAROL, como usar a agua de rosas, eu tenho aqui e uso para tomar o lassi eo buttermilk....agora quero usar para perfumar a casa, beijos!!!!!!!!!!

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Uma maneira simples é adicionar umas gotas de óleo essencial de rosas, lavanda, jasmim, ylang ylang, sândalo e afins e borrifar pela casa. Ou no rechaud à vela.
É um substituto de luxo para água da torneira :-)

sylribeiro disse...

eu tenho aqui tanto a agua de rosas de culinaria como o oleo essencial de rosas, se eu misturar os dois e deixar num vidro na sala por ex dá samba??

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Oi Syl, por que vc não tenta?
Nunca usei água de rosas, mas sei que o cheiro é mais forte do que a de laranjeira. Vc pode fazer seu difusor caseiro com os espetos de madeira. Caso não funcione, vc não sinta nada, coloque num rechaud a vela. Só o óleo essencial diluído, qdo aquecido, já cheira... imagina se diluído em água de rosas? Deve ficar ainda melhor.
Vc pode até perfumar sua roupa de cama borrifando essa mistura.
beijoca

sylribeiro disse...

vou testar e depois volto aqui para contar! beijos

sylribeiro disse...

ah que coincidencia acabei de escrever no blog da sonia sobre o defumador de capim limão, tambem amei a receita!
quero ver a receita dele feito na panela mesmo, bjos

Karen Vieira disse...

Tb se pode colocar uma panela com àgua no fogo e acrescentar rodelas de laranja, paus de canela e cravo. O cheiro perfuma a casa toda! :)

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Que delícia, deve dar fome!

Luciana Camuzzo disse...

Oi Carol, você conhece o breuzinho Inca? Eu as vezes uso e agora fiquei na duvida.

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Luce, pesquisei no google e não vi a composição química. Vc pode ler o rótulo e voltar aqui com os componentes na íntegra?

Bjs

Estela Bomfim disse...

Oi Carol, tenho a mesma dúvida dos Incensos Inca, na composição está: resinas/vegetais naturais, breu-branco, carvão vegetal e óleo concentrado aromático.
Beijos,
Estela.

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Oi Estela, não me leve a mal, mas a pergunta mais interessante não é "qual incenso pode?" e sim "pra quê incenso industrializado com tanta opção natural dando sopa de graça?".
Se começar a busca pelo incenso perfeito, perde-se o vasinho de alecrim, o defumador de capim limão-alfazema, o óleo essencial personalizado a partir de uma combinação só sua...
Não sei se estou sendo clara, mas para mim incenso liberado pela Anvisa é que nem refrigerante orgânico certificado: uma perda de tempo, dinheiro e venda de ilusão - greenwashing. Em tempo, toda queima de carvão emite CO2, favorece o aquecimento global e leva aos quadros de alergia respiratória pela inalação de fumaça ou mesmo irritação nos olhos.
Não conheço esse incenso, mas acho que vc pode partir para outras alternativas menos tóxicas, mais naturais e baratas. No mínimo trabalham com uma essência sintética em queima de carvão.
Abs,
Carol

Cariny Cielo disse...

Como usa essa francês?
Vou abandonar o hábito e adorar todas às dicas, até pq minha casa é cheia de crianças!

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Oi Cariny, o papier darmenie deve ser aceso com fogo para queimar o papiro. É bom mas caro e dura pouco. Sou mais as plantas aromáticas. Bjs

Anônimo disse...

Eu uso resinas de Breu Branco e Breu Preto, esse último muito comum aqui na Chapada Diamantina. O uso dessas resinas como incenso traz inúmeros benefícios, além disso uso a ervas aromáticas também, aqui na região tem muito Alecrim de Vaqueiro (que tem um cheiro espetacular) e Sálvia Nativa ambas usadas em defumação.

Unknown disse...

Oi , nunca me senti bem com isenso, me causa rinite, semana passada tve uma sessao de reik,... e ela me passou o insenso em todo o corpo, resultado , nariz intupido, coceira no ceu da boca, e ouvido,
Fiquei de cama todo o final de samana.

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Eu sou mestra em Reiki e asseguro que não há nenhuma necessidade de defumar o paciente. Todo o benefício da Luz que vc recebeu, perdeu-se com esse incensario desnecessário.