quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Circo legal não tem animal

O maior acidente de trabalho no Brasil ocorreu justamente em um circo, em Niterói, RJ.
Por razões passionais, um dos membros incendiou uma instalação, causando a morte de dezenas de pessoas, membros e frequentadores.


Circos já tiveram mais prestígio, hoje trazem um estigma de programa de cidade pequena e em muitos casos de decadência. Algumas lonas foram reaproveitadas e transformadas em Centros Culturais, com shows e atividades recreativas em geral.

Muitos artistas não viram que o grande potencial do Circo, especialmente seu caráter cigano, teria que se adaptar aos novos tempos, onde um leão sentado numa bola e ursos batendo palminha não atraem mais a atenção de ninguém - especialmente de crianças criadas na frente da tv, assistindo aos especiais da National Geographic, e adultos que vão se questionar como aquele animal é maltratado.
Em tempos de Internet e "Avatar", macacos coadjuvando um trio de palhaços, são inexpressivos e muito perverso.

Alguns circos souberam se adaptar, como o Cirque du Soleil e o Unicirco, brasileiro e premiado internacionalmente, do ator Marcos Frota e em exibição atualmente na Quinta da Boa Vista em São Cristóvão, RJ.


Acima, um folder da PEA indicando alguns estabelecimentos

Para quem quiser conhecer a realidade dos animais adestrados e confinados: todos os documentário sobre o assunto no Youtube


Mais informação:
Zoológicos x Reservas
Os principais vídeos sobre a libertação animal
Carnaval sustentável: seu animal não é palhaço
Artigos de couro vegetal em lojas convencionais
Cosméticos biodegradáveis e não testados em animais
Odeio Rodeio: fonte de muito sofrimento e prejuízo aos cofres públicos
Neurocientistas de todo mundo assinam manifesto reconhecendo consciência em animais  
Blackfish, o filme - entenda porque parques aquáticos com orcas e golfinhos deveriam ser fechados


A imagem do elefante acorrentado foi retirada do blog Metamorfose

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