quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O Rio de Janeiro das águas de março



Quando o "Morro" do Bumba desabou, desabrigando milhares de pessoas que pagavam IPTU e tinham título de propriedade de suas casas, fui trabalhar como voluntária na Cruz Vermelha e lá, ajudei na triagem e empacotamento dos donativos como inúmeros outros voluntários anônimos. Foram dias de muito trabalho braçal e solidariedade. A sede da Cruz Vermelha carioca virou uma casa aberta e autogerida de centenas de pessoas bem intencionadas.

Dessa vez a tragédia se repete num estado cantado por Tom Jobim como o das "águas de março fechando o verão". Certas coisas no Rio de Janeiro irritam, chove muito todo verão alagando invariavelmente as áreas de várzea e desmoronando as de encosta. O Estado, com umidade relativa do ar de 80%, localiza-se numa área de mata atlântica recortada pela Serra do Mar e milhares de pequenas elevações. Temporais e deslizamentos seriam mais do que previsíveis numa cidade que se descreve como "o encontro do mar com a montanha", são o esperado e a geotecnia apresenta soluções viáveis no mundo todo para a habitação segura em locais muito mais complicados.

No Reveillon passado, foi o município de Angra e a Ilha Grande no nível do mar ao sul do RJ. Agora, é a região serrana com Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo.

Por coincidência sou petropolitana de nascimento e a maior parte da minha família tem casas de veraneio em Teresópolis. A região fez parte da minha infância e é considerada uma das mais bonitas do Estado com seu clima temperado e vegetação de coníferas, lembrando as serras gaúchas. Anos mais tarde, tornei-me Técnica em Segurança, brigadista e socorrista, tendo estudado em muitas instituições, mas a Cruz Vermelha foi justamente a primeira escola que frequentei quando resolvi trocar de profissão.

Felizmente nenhum membro de minha família foi afetado, entretanto mais uma vez vou trabalhar como voluntária de desabrigados das chuvas de verão na sede da Cruz Vermelha e ver que, se um cidadão não ajudar o outro, o governo que sustentamos e nos representa, não fará nada.
Os moradores do antigo "Morro" do Bumba continuam desabrigados.
Como Michael Moore lembra em seu último filme, "Capitalismo", os que menos possuem são sempre os que sofrem as maiores perdas.  Já existem sociólogos e historiadores informando um novo tipo de refugiado, as vítimas das tragédias ambientais - desabrigados à revelia de qualquer governo e movimento social.
E o Jornal Nacional já notifica que os 3 municípios afetados não receberam 1 centavo da verba destinada para prevenção de catástrofes, apesar de serem áreas tradicionais de deslizamento e processo de favelização.

Vá ajudar como voluntário nos postos de doação, mesmo que não possa levar nada. Muitos braços são necessários para separar e carregar as toneladas de donativos. Se não puder fazer trabalho pesado, leve uma garrafa térmica de café, pão e bolo para os voluntários, muitos não podem lanchar na rua e voltam mais cedo para casa, por falta dessa ajuda.
Quando do deslizamento no "Morro" do Bumba, até Sonia Braga, em férias no Rio, sentou no chão e ajudou como todo mundo.

Os itens mais necessários a priori são: água mineral, leite em pó, biscoitos, pães, comida em lata que possa ser consumida sem preparo, papel higiênico, fraldas descartáveis, colchonetes, calçados e roupas de todos os tipos (cama e banho também).
Pessoas que tenham veículos utilitários ou empresas com frotas de veículos com cabine estendida também são fundamentais, muitas vezes a maior dificuldade é ter como levar o donativo à área atingida.
Cestas básicas, móveis, livros e material escolar são importantíssimos num segundo momento, quando as áreas começam a ser limpas e organizadas.


Postos oficiais de doação:
A Prefeitura de Teresópolis abriu uma conta exclusiva para receber as doações. Com o nome de “SOS Teresópolis – Donativos”, a conta corrente está disponível na Agência 0741-2 do Banco do Brasil, com o número 110000-9. Segundo a prefeitura, são aceitas ajudas de qualquer valor.

Ainda em Teresópolis foi montado um outro posto para receber donativos. As contribuições podem ser levadas para o Ginásio Pedrão, onde foi montado um abrigo de ajuda às vítimas. O local fica na Rua Tenente Luiz Meirelles 211, no bairro Várzea, no centro da cidade.

Petrópolis
Foram montados três postos para doação de água, colchão e material de limpeza e higiene na região de Itaipava: na Igreja Wesleyana, no Vale do Cuiabá; na Igreja de Santa Luzia, na Estrada das Arcas; e no centro de Petrópolis, na sede da Secretaria de Trabalho, Ação Social e Cidadania (R. Aureliano Coutinho, número 81).

Cruz Vermelha do Brasil, Praça da Cruz Vermelha - Centro, RJ.

Polícia Militar
Todos os batalhões da PM do Rio de Janeiro vão receber doações a partir desta quinta-feira (13). Os comandantes dos batalhões recomendam a doação de água mineral, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.

Rodoviária
A Rodoviária Novo Rio recebe doações para a Cruz Vermelha. Os donativos serão recebidos no piso de embarque inferior, das 9h às 17h.

Viva Rio
O Programa de Voluntariado do Viva Rio também iniciou uma campanha de arrecadação de roupas e mantimentos para a região serrana do Rio de Janeiro, especialmente Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Para ajudar, basta fazer a doação na sede do Viva Rio (Rua do Russel, 76, Glória) ou através de depósito bancário na conta do Viva Rio, no Banco do Brasil, agência 1769-8, conta-corrente 411396-9 e CNPJ: 00343941/0001-28. Para mais informações o Viva Rio disponibiliza os telefones (21) 2555-3750 e (21) 2555-3785.

A ONG também estará recebendo donativos em todas as unidades das Lojas Americanas no Rio e nas estações do metrô de General Osório, Siqueira Campos, Botafogo, Carioca, Glória, Largo do Machado, Catete, Central do Brasil, Saens Peña, Nova América e Pavuna

Postos em supermercados e rodovias
O grupo de supermercados Pão de Açúcar montou postos de arrecadação em todas as 100 lojas da rede no estado do Rio. As doações podem ser feitas nos estabelecimentos Pão de Açúcar, ABC Compre Bem, Sendas , Extra Supermercados e Assaí. De acordo com o grupo, os donativos serão entregues até 26 de janeiro.

A partir de quinta-feira (13), a Polícia Rodoviária Federal vai montar quatro postos de arrecadação de alimentos e produtos de higiene pessoal. Dois pontos vão funcionar 24 horas, um deles será instalado na BR-116, na altura do pedágio da Rio-Magé, e o outro na BR-101, no trecho de Casimiro de Abreu.

Outros dois postos, na Rio-Petrópolis e na Rodovia Presidente Dutra, vão funcionar das 8h às 17 horas. A PRF informou que os alimentos arrecadados serão entregues para a Cruz Vermelha, que ficará encarregada de fazer a distribuição às vítimas.

Estações do metrô
O Metrô Rio vai disponibilizar a partir de sexta-feira (14), pontos de arrecadação em 11 estações nas linhas 1 e 2. Água, alimentos e produtos de higiene pessoal podem ser doados nas estações Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Glória, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos.

Flamengo
A presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, anunciou que o clube também receberá, na sede da Gávea, donativos para desabrigados pelas chuvas na Região Serrana.

FIA
A Fundação da Infância e Adolescência abriu dois postos de doação: Rua Voluntários da Pátria, 120, Botafogo e Rua General Castrioto, 589, Barreto, em Niterói. Desde ontem (12) a entidade enviou 60 toneladas de alimentos e dois mil colchões para a região.

A partir desta quinta-feira (13) oito dos principais shoppings do Grande Rio também recolherão material para ajudar as pessoas que foram afetadas pelos temporais na Reigião Serrana. Haverá caixas de coleta recebendo comida, roupas, água e colchões para os desabrigados. Além disso, a rede que administra os estabelecimentos doará o equivalente a R$ 100 mil em mantimentos. Os locais para doações são:
Bangu Shopping - Rua Fonseca, 240 - Bangu. Tel.: 2430-5130.
Carioca Shopping - Av. Vicente de Carvalho, 909 - Vila da Penha. Tel.: 2430-5120.
Caxias Shopping - Rodovia Washington Luiz, 2895, Duque de Caxias. Tel: 2430-5110
Passeio Shopping - Rua Viúva Dantas 100 - Campo Grande. Tel.: 2414-0003.
Santa Cruz Shopping - Rua Felipe Cardoso 540 - Santa Cruz. Tel.: 2418-9400.
Shopping Grande Rio - Rodovia Presidente Dutra, 4.200 - São João de Meriti. Tel.: 2430-5111
Via Parque Shopping - Av. Ayrton Senna, 3.000 - Barra da Tijuca. Tel.: 2430-5100.
Shopping Leblon - Av. Afrânio de Melo Franco, 290 - Leblon. Tel.: 2430-5122.
O Boulevard Shopping São Gonçalo, que faz parte de outra rede, também montou um posto de arrecadação, que funcionará no SAC, no 1o andar do estabelecimento.

A Cáritas Arquidiocesana do Rio já enviou R$ 20 mil para a Arquidiocese de Petrópolis e o mesmo montante para a de Nova Friburgo (que engloba Teresópolis). A entidade também recebe doações em dinheiro em duas contas: Bradesco, Agência 0814-1, conta corrente 48500-4 e Banco do Brasil, Agência 3114-3, conta corrente 30000-4. Doações em espécie podem ser deixadas na Catedral de São Sebastião (Avenida Chile 245, no Centro). Haverá pontos de recolhimento na Cáritas e também na entrada da igreja, de 9h às 18h.

Ponte Rio-Niterói
A concessionária que administra a Ponte Rio-Niterói colocou um container para receber doações junto à praça de pedágio, à direita de quem segue no sentido Niterói. Mais informações: (21) 2620-9333.

Sesc, Senac e Fecomércio
As unidades do Sesc Rio e Senac Rio e a sede do Sistema Fecomércio-RJ estão coletando água mineral, alimento não perecível, roupas de cama e banho, material de limpeza e de higiene pessoal e colchões para as vítimas das enchentes na região serrana. As unidades do Sesc receberão as doações de terça a domingo, das 9h às 17h. Os pontos de coleta são:

Sede do Sistema Fecomércio-RJ - Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo, de segunda a sexta, das 9h às 18h
Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160
SescTijuca – Rua Barão de Mesquita, 539
Sesc Ramos – Rua Teixeira Franco, 38
Sesc Madureira – Rua Ewbanck da Câmara , 90
Sesc São Gonçalo – Avenida Presidente Kennedy, 755
Sesc Niterói – Rua Padre Anchieta, 56 – Centro
Sesc São João de Meriti – Avenida Automóvel Clube, 66 –
Sesc Nova Iguaçu – Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá
Sesc Teresópolis – Av. Delfim Moreira, 749 – Centro
Sesc Quitandinha (Petrópolis) – Avenida Joaquim Rolla, 2 – Quitandinha

Unidades Senac Rio:
Horários de coleta das 9h às 19h, de segunda a sexta. Aos sábados, das 9h às 12h.
Niterói – Rua Almirante Teffé, 680 – Centro
Copacabana – Rua Pompeu Loureiro, 45
Marapendi – Avenida das Américas, 3959 – Barra da Tijuca
Faculdade Senac Rio – Rua Santa Luzia, 735 – Centro
Botafogo – Rua Bambina, 107




As principais razões de enchentes urbanas e deslizamentos de encostas são:
1. Construções irregulares em áreas de encosta por população carente e geralmente migrante
2. Acúmulo de lixo nas encostas e entupimento de bueiros e bocas de lobo em áreas de várzea
3. Pavimentação de áreas de mata nativa, diminuindo a capacidade do solo natural absorver a água da chuva
4. Alteração de cursos de rio, naturalmente curvos e serpenteados
5. Assoreamento do leito dos rios


O que pode ser feito para minimizar seus efeitos:
1. Manutenção das áreas verdes existentes e criação de novas, o que inclusive reduz a temperatura dos bairros adjacentes.
2. Melhorar o saneamento básico e sistema de coleta de lixo das zonas periféricas
3. Construir represas, diques e lagos - a antiga função das áreas de várzea
4. Levantar quais locais são problemáticos, melhorar as barreiras de contenção das encostas e proibir a construção de casas no local com obras públicas
5. Manter o diálogo entre Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Associações de Moradores e Serviço de Meterologia


O Capitão da PM Herbert Meyerhof, Chefe da Seção de Operações e Instrução do Comando de Bombeiros Metropolitano, em São Paulo, dá algumas dicas de segurança para casos de deslizamento:

Mantenha-se alerta e acordado, caso esteja em alguma área com risco de desmoronamento. Ouça ou veja sempre um noticiário sobre as condições climáticas da região em que mora, principalmente notícias sobre chuvas intensas. Uma pancada de chuva rápida pode ser muito perigosa após um longo período de chuva e clima úmido.

Se você estiver em áreas de risco, suscetíveis a deslizamentos de terra, considere ter que deixar o local se for mais seguro fazê-lo. Se você não tiver como sair de casa, passe para um andar mais alto, se possível. Manter-se fora do caminho de um deslizamento de terra salva vidas.

Fique atento a sons estranhos que possam indicar uma movimentação de terra, como arvores quebrando e pedras batendo em árvores. Um fluxo de água que não existia no local ou o rompimento de um simples cano pode preceder deslizamentos maiores que não dão aviso.

Se você estiver perto de um rio ou canal, verifique se a quantidade de água está aumentando e se ela está ficando mais “barrenta”, com mais lama. Se isso ocorrer, pode ser uma indicação que um deslizamento está acontecendo rio acima. Saia imediatamente do local sem perder tempo: sua vida vale mais do que seus pertences.

Em caso de suspeita de desmoronamento Ligue para 193 (Corpo de Bombeiros) ou 199 (Defesa Civil), identifique-se, informe o que está acontecendo e o endereço para que seja feita uma avaliação da situação no local.

Informe seus vizinhos sobre a situação de risco: muitas vezes eles podem não estar cientes do perigo imediato, podem estar dormindo ou ter chegado em casa após o local ter sido avaliado pelas autoridades.

Saia do local. Ficar fora do caminho de um deslizamento é sua melhor proteção.

Se não for possível escapar Envolva sua cabeça com os braços formando uma bolha de ar em volta dela, principalmente na região do rosto.

Se possível, fique próximo a cantos ou móveis sólidos de sua casa (como atrás da porta), para garantir um pouco de ar até a chegada das equipes de salvamento.


Em casa
Tire todos os aparelhos elétricos ou eletrônicos da tomada e desligue a chave geral de energia. Não use equipamentos elétricos que tenham sido molhados ou em locais inundados, pois há risco de choque elétrico e curto-circuito. Levante os móveis, roupas, alimentos e produtos químicos ou de limpeza ao nível mais alto que puder ou, de preferência, transporte-os para um local seguro. Retire da casa os eletrodomésticos mais úteis como geladeira e fogão. Se puder, fique fora do alcance da água, pois o risco de transmissão de doenças é muito grande. Não deixe crianças brincando na enxurrada ou nas águas dos córregos, pois elas podem ser levadas pela correnteza ou contaminar-se, contraindo graves doenças, como hepatite e leptospirose.

Em caso de febre, vômitos, diarréia, dores de cabeça ou no corpo, se tiver qualquer outro sintoma de doenças ou alguma dúvida sobre os procedimentos seguros para sua saúde, procure imediatamente a Unidade de Saúde mais próxima.

Se o nível de água estiver subindo, vá com sua família para um lugar seguro. Informe-se imediatamente sobre a localização do Abrigo da Defesa Civil de sua cidade e dirija-se a ele levando um kit básico de pertences (documentos, peças de roupa, material de higiene, roupa de cama, etc). Não consuma alimentos que tenham sido atingidos pela água da enchente.

Ao retornar para a sua residência (somente depois da liberação dos Bombeiros ou da Defesa Civil), procure fazer uma avaliação dos danos causados ao imóvel e tente repará-los com rapidez. Assim, você pode prevenir novas situações de risco. Cuidado ao remover móveis ou fazer a limpeza: escorpiões, lacraias ou cobras podem ter invadido a sua casa com a água da chuva. É fundamental fazer uma boa limpeza nas fossas e na caixa d'água. Não se esqueça de secar interruptores, lâmpadas, disjuntores e tomadas antes de religar a energia elétrica.


Na rua
Se estiver em um ônibus, tente sair do veículo e aguardar ajuda em um local seguro. Oriente os demais passageiros a fazer o mesmo. Se estiver a pé, evite caminhar por vias alagadas: além da contaminação que a água da chuva pode trazer, existe o risco de cair em buracos ou bueiros e de ser levado pela força das enxurradas. Se estiver de carro, evite passar por ruas alagadas. Evite também caminhos que estejam próximos a córregos e rios. Se o veículo parar em meio a um alagamento, saia do carro, procure um local seguro e espere por ajuda. Não tente entrar em uma enxurrada para salvar alguém que foi levado pela água. Busque objetos como cordas ou galhos para içar a vítima. Evite ficar a céu aberto ou em locais muito altos e cuidado ao portar objetos metálicos para evitar o risco de atrair raios.


Em caso de desabamentos ou deslizamentos de terra
Nesses casos, o mais importante é proteger a sua vida e de seus familiares. Como prevenção de riscos, observe sempre as condições de seu imóvel: fique atento a trincas e rachaduras nas paredes e a portas e janelas que apresentem dificuldade para fechar ou abrir; observe também se a quantidade de lama que corre com a água da chuva é muito grande. Observe a movimentações de terra; trincas no chão, inclinação de cercas, postes e árvores podem indicar o início de um deslizamento.

Se houver muita infiltração na casa e acontecer rachaduras nas paredes ou escutar algum barulho estranho, abandone sua residência imediatamente e procure um local seguro e acione a Defesa Civil de sua cidade. Não insista em ficar em sua residência e só retorne a ela caso a situação de risco tenha sido totalmente eliminada. Encaminhe-se imediatamente para um lugar seguro.
 
 
Como ajudar os desabrigados e vítimas das enchentes
Se você está próximo a áreas atingidas mas não teve sua casa afetada, fique atento às informações veiculadas pelos meios de comunicação e, se possível, procure exercitar o seu espírito solidário: ofereça apoio e ajuda às vítimas.

Procure informar-se se há locais próximos à sua residência recolhendo doações ou vá diretamente à Defesa Civil de sua cidade.

O que doar: alimentos não perecíveis, preferencialmente os que não necessitam ir ao fogo para serem consumidos, além de produtos de higiene pessoal, roupas para crianças e adultos, roupas de cama, colchões e travesseiros.

Há casos de maior gravidade em que a Defesa Civil local abre uma conta corrente para receber doações em dinheiro.

Você também pode contribuir com gestos simples, como cozinhar para os desabrigados, oferecer ajuda para retirar móveis das casas alagadas ou transportar doações. A Defesa Civil pode orientar para que você possa ajudar de maneira efetiva e sem correr riscos.
 


 
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