terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Na Juréia: doando sangue

Eu sou doadora regular, uma das minhas avós teve câncer e precisava de doações regulares. Eu era a única da família habilitada e as doações foram frequentes durante muitos anos. Mesmo após o falecimento de minha avó, mantive o hábito e continuei doando sangue regularmente.
Não custa nada, faz bem à saúde e mantém os bancos abastecidos. Espero nunca vir a precisar do estoque deles, mas faço a minha parte com enorme prazer.

A esposa de um Guarda Parque aposentado, Seu Leopoldo, está doente e precisou de doações de sangue para repor no banco de sangue em Santos, onde se trata.
Fomos em comitiva, um grupo de mais de 10 pessoas, passamos o dia nesse trajeto de ir e vir, além da espera no hemocentro.
Os colegas de profissão de Seu Leopoldo não podem doar, todos já tiveram alguma doença restritiva, como: malária, febre amarela, doença de chagas ou hepatite.

Eu não conhecia Santos, achei muito bonito, parecido com Niterói aqui no R.J.

Aline e Samuel, estagiária e funcionário da Fundação Florestal, doando sangue antes de mim:



Quando chegamos de volta, paramos para o melhor pão de queijo recheado de Peruíbe. Delícia, caiu bem e de vez em quando um pouco de catupiry e doce de leite, não matam ninguém.




Mais informação:
Pão de queijo
Doação de sangue
Na Juréia: os Guarda Parques
Se precisarem de mim, estou na Juréia

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