segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Na Jureia: os Guarda-Parques e a doação de sangue para a esposa de um deles

Eles são os grandes personagens dessa viagem.
Sabem muito, de tudo, da vida principalmente. São ótimos, de muita simplicidade e praticidade. Não deu para fotografar todo mundo, fica para a próxima.

Seguem aqueles que mantém a casa em ordem:


Seu Edvaldo, bom de papo.



Seu "Sacola", gente boa. O apelido se deve ao seu primeiro "emprego", entregador de marmita, chegava com as sacolas cheias e o povo anunciava "chegou o sacola".



Alessandro Coelho não é Guarda-Parque, começou como voluntário e no meio do Programa, já havia sido contratado como Monitor Ambiental. Faz 2 faculdades e, junto com a companheira, é dono de sex shop virtual, afinal "ninguém entende de sexo como coelhos."
Para comprar na sex shop virtual da família Coelho, vá no site da Rabbit´s Sex Shop, é compra segura e tem de tudo!



Seu Basílio, pai de 4 meninas, que ele cria sozinho. Muito sensível, perguntou meu signo. Respondi e ele na maior naturalidade: "sou pisciano, mais sentimental". Me atravessava pelo rio Guaraú quando fiquei hospedada no núcleo Arpoador. De poucas palavras, dizia sempre "Quem fala demais, dá bom dia à cavalo".








Seu Ilísio, a figuraça. É Ilísio com "I" mesmo. E me ensinou uma expressão ótima: "Abre o olho, estão se fazendo de morto para jantar o coveiro".



Noeli, não é Guarda-Parque, mas é casada com um (Seu Miguel) e mantém o alojamento em ordem, além de fazer uma comidinha deliciosa.



Salário de um Guarda Parque pelo último concurso? O mínimo.





Eu sou doadora regular, uma das minhas avós teve câncer e precisava de doações regulares. Eu era a única da família habilitada e as doações foram frequentes durante muitos anos. Mesmo após o falecimento de minha avó, mantive o hábito e continuei doando sangue regularmente.
Não custa nada, faz bem à saúde e mantém os bancos abastecidos. Espero nunca vir a precisar do estoque deles, mas faço a minha parte com enorme prazer.

A esposa de um Guarda Parque aposentado, Seu Leopoldo, está doente e precisou de doações de sangue para repor no banco de sangue em Santos, onde se trata.
Fomos em comitiva, um grupo de mais de 10 pessoas, passamos o dia nesse trajeto de ir e vir, além da espera no hemocentro.
Os colegas de profissão de Seu Leopoldo não podem doar, todos já tiveram alguma doença restritiva, como: malária, febre amarela, doença de chagas ou hepatite.

Eu não conhecia Santos, achei muito bonito, parecido com Niterói aqui no R.J.

Aline e Samuel, estagiária e funcionário da Fundação Florestal, doando sangue antes de mim.








Quando chegamos de volta, paramos para o melhor pão de queijo recheado de Peruíbe. Delícia, caiu bem e de vez em quando um pouco de catupiry e doce de leite, não matam ninguém.











Mais informação:
Doação de sangue
Na Jureia: trabalho de peão
Se precisarem de mim, estou na Jureia

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