quarta-feira, 3 de julho de 2013

Yann Arthus Bertrand e Sebastião Salgado

Semana passada, estive na exposição Genesis de Sebastião Salgado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro e fiz muitas fotos que me lembraram um colega seu, Yann Arthus Bertrand.
Quando da RIO+20, há exatamente 1 ano, houve uma exposição a céu aberto na Cinelândia (RJ) sobre o Projeto A Terra vista do céu, de Yann Arthus Bertrand, fotógrafo e ambientalista francês, que vinha então lançar seu filme Planet Ocean.

A versão submarina do making off do filme Planet Ocean segue abaixo:




E o making off das filmagens aéreas do filme Planet Ocean, filmado em parte no Rio com imagens da própria Cúpula dos Povos :




Yann Arthus Bertrand já havia aparecido aqui no blog justamente sobre seus filmes em outra postagem:
Oceanos, na postagem sobre a Cúpula dos Povos na RIO+20


E seguem mais links para quem quiser conhecer melhor seus projetos:
Fundação Good Planet
Site oficial Yann Arthus Bertrand
Site oficial do projeto A Terra vista do céu


Deixo abaixo minhas fotos sem compromisso dessa exposição na Cinelândia há 1 ano que, além de 130 boas imagens, proporcionou muita informação estatística sobre mudanças climáticas, impactos e refugiados ambientais:









Abaixo, outras fotos minhas sem compromisso da exposição Genesis de Sebastião Salgado, também ao ar livre, como a de Yann Arthus Bertrand. A de Bertrand foi numa praça do Centro do Rio, a de Salgado no Jardim Botânico carioca e ainda está em cartaz.












Vá ao Jardim Botânico de qualquer maneira, mesmo que a exposição de Sebastião Salgado já tenha acabado, quando eu fotografava não saía de lá. O orquidário e o bromelário eram dos meus locais favoritos. As cinzas de uma das minhas avós foram inclusive deixadas no roseiral e essa alameda de palmeiras imperiais é um dos cartões postais da cidade. O lanche no café La Bicyclette também é dos melhores, são citados no Guia Slow Food carioca e cobram preços justos num cardápio simples e sofisticado de patisserie francesa de primeira.

A delícia ao lado é um crumble de maçã com frutas vermelhas, fácil de fazer em casa, veja a receita: Crumble




Sebastião Salgado e sua mulher Lélia Wanik Salgado, fundaram o Instituto Terra, que já plantou mais de 1,7 milhão de árvores nativas em áreas de Mata Atlântica desde 1999, com maior ênfase para a região do Vale do Rio Doce, que há anos vem sofrendo grande degradação ambiental pela atividade mineratória.

Os esforços do instituto estão localizados entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo. “A cobertura vegetal dá suporte para toda a fauna e, com isso, a quantidade de aves e mamíferos aumentou no local, porque eles têm mais alimentos depois que foi feito o plantio da área”, explicou o analista ambiental Jaeder Loper Vieira, em declaração ao Globo Natureza.


Ao todo o instituto já foi responsável por 710 hectares de área reflorestada, já foram catalogadas mais de 172 espécies de pássaros e 64 espécies de animais terrestres, algumas delas ameaçadas de extinção.
O instituto tem capacidade para produzir um milhão de mudas por ano. São cem espécies diferentes, todas nativas do bioma e da região em que são plantadas e o Instituto Terra auxilia projetos de capacitação agrícola e de educação ambiental.






Mais informação:

Guia Slow Food carioca
O mito do reflorestamento de eucalipto
Quantos animais podem viver em uma única árvore
Como funciona um programa de compensação ambiental
O programa de reflorestamento da Reserva de Ibiraçu, ES

Awás lutam contra a destruição dos madeireiros no que restou da Floresta Amazônica do Maranhão
No dia da votação do Código Florestal, entenda 10 consequências diretas do Aquecimento Global, 06 problemas causados pela perda da biodiversidade e 30 razões para preservarmos nossas florestas

Nenhum comentário: