domingo, 1 de setembro de 2013

Como funciona uma termoelétrica




usina termoelétrica é uma instalação industrial que produz energia a partir do calor gerado pela queima de combustíveis fósseis (como carvão mineral, óleo, gás, entre outros) ou por outras fontes de calor (como a fissão nuclear, em usinas nucleares).

Essas usinas funcionam da seguinte maneira:Primeiramente aquece-se uma caldeira com água, essa água será transformada em vapor, cuja a força irá movimentar as pás de uma turbina que por sua vez movimentará um gerador.Uma maneira de se aquecer o caldeirão é através da queima de combustíveis fósseis (óleo, carvão, gás natural). Após a queima eles são soltos na atmosfera causando grandes impactos ambientais.Uma outra maneira de aquecimento é utilizando a energia nuclear, através de reações nucleares como a quebra (fissão) do urânio.

Usina Nuclear é um tipo de usina termoelétrica.Após o vapor ter movimentado as turbinas ele é enviado a um condensador para ser resfriado e transformado em água líquida para ser reenviado ao caldeirão novamente, para um novo ciclo. Esse vapor pode ser resfriado utilizando água de um rio, um lago ou um mar, mas causa danos ecológicos devido ao aquecimento da água e consequentemente uma diminuição do oxigênio. Outra maneira de resfriar esse vapor é utilizando água armazenada em torres, por sua vez esta água é enviada em forma de vapor a atmosfera, alterando o regime de chuvas.

Um dos maiores problemas das usinas termoelétricas é a grande contribuição que elas têm com o aquecimento global através do efeito estufa e de chuvas ácidas, devido a queima de combustíveis. No caso das usinas termoelétricas de Angra dos Reis que usam como fonte de calor energia nuclear, além da poluição térmica ainda existe o problema do lixo atômico.

Mas estas usinas não têm só desvantagens, as vantagens delas é que podem ser construídas próximas a centros urbanos, diminuindo as linhas de transmissões e desperdiçando menos energia. Também são usinas que produzem uma quantidade constante de energia elétrica durante o ano inteiro, ao contrário das hidrelétricas, que tem a produção dependente do nível dos rios. No Brasil, as térmicas complementam a matriz energética de hidrelétricas, sendo ligadas apenas quando há necessidade (como em períodos de estiagem).

O processo de produção é dividido basicamente em três etapas. A primeira etapa consiste na queima de um combustível fóssil, como carvão, óleo ou gás, transformando a água da caldeira em vapor com o calor gerado nela. A segunda consiste na utilização deste vapor, em alta pressão, para girar a turbina, que por sua vez, aciona o gerador elétrico. Na terceira etapa, o vapor é condensado, transferindo o resíduo de sua energia térmica para um circuito independente de refrigeração, retornando a água à caldeira, completando o ciclo.Essa energia é transportada por linhas de alta tensão aos centros de consumo.

Uma das vantagens desse tipo de instalação é a possibilidade de localização próxima aos centros consumidores, diminuindo a extensão das linhas de transmissão, minimizando as perdas de energia que podem chegar até a 16%. Porém, um dos maiores problemas das usinas termoelétricas é a grande contribuição que elas têm com o aquecimento global através do efeito estufa e de chuvas ácidas, devido à queima de combustíveis. As termoelétricas apresentam um alto custo de operação, em virtude do dinheiro utilizado na compra de combustíveis.




Vantagens:
  1. A curto prazo, pode fornecer energia de modo que não haja falta, já que a construção de uma usina é rápida;
  2. Pode ser instalado próximo de lugares onde a energia vai ser consumida, dispensando custos de instalação e prejuízo com perdas de energia sofridas durante o transporte;
  3. Não aos Blecautes: Geralmente quando há pouca água nos Reservatórios, o Brasil costuma utilizar a carga máxima das Termelétricas para compensar o consumo energético;
Desvantagens:
  1. Apesar do Dióxido de Carbono ser benéfico em condições normais (Fotossintese), seu excesso causa o Efeito Estufa; DICA: Leia> Dióxido de Carbono: Vilão ou Mocinho? (Bayer Jovens Brasil)
  2. Emissão alta de Poluentes, e Chuva Ácida, consequência da queima de Combustíveis Fósseis;
  3. Alto custo de produção, provocada pelos próprios combustíveis;
  4. Consumo alto de Água.

Fontes:
Infoescola
Blog Energia CPE
Blog Energiatermeólica
Blog Reciclagem Brasil


Quem desenvolve a Tecnologia: Siemens






Volta do carvão em leilões é paradoxo, diz presidente da EPE

Embora considere que as usinas movidas a carvão mineral voltem aos leilões de geração de energia elétrica com a vantagem de elevar a disponibização de fontes de energia permanente, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tomasquim, disse que considera a opção um paradoxo.

"É um paradoxo ambiental mas, no fundo, representa a escolha que se faz na sociedade", afirma Tomasquim. Essas térmicas estarão no próximo leilão A-5, marcado para 29 de agosto, em São Paulo. O A-5 é uma modalidade de leilão que vende a energia a ser produzida em um período de cinco anos.

A volta do carvão aos leilões, explica, ocorre em razão das restrições sócio-ambientais à construção de hidrelétricas com grandes reservatórios na Bacia Amazônica. Outra razão são os preços ainda pouco competitivos do gás natural, menos poluente que o carvão. Usinas eólicas e hidrelétricas sem reservatório são mais viáveis. No entanto, por dependerem de condições naturais estáveis (ventos e chuvas), enfrentam também dificuldades para serem implementadas."Prefiro as usinas hidrelétricas com reservatório, mas é uma decisão que tem de ser discutida com a sociedade: hoje o sinal que se tem tido é de resistência à hidrelétrica", disse Tomasquim.


Para advogado, governo quer mesmo tirar Serra Vermelha do mapa

O combate ao desmatamento em todo o Estado do Piauí e, principalmente, nos cerrados foi uma das metas da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos -Semar alcançada em 2009. Isto é o que disse a um portal local o secretário da Pasta, Dalton Macambira.
Indignado, o ambientalista e advogado Antonio de Deus dispara: “o secretário Dalton Macambira falta com a verdade quando afirma que no atual governo houve combate ao desmatamento ilegal e à produção de carvão vegetal. Pelo contrário, é publico a luta do atual governo do Piauí pela exclusão da Serra Vermelha do Mapa da Mata Atlântica”.
E continua: “muitas falhas são constatadas no procedimento de licenciamento ambiental no Piauí. O pior é que continuam as atividades de centenas de carvoarias em dezenas de municípios do Estado. Estão devastando a Mata Atlântica no Piauí com licenças ilegais liberadas pelo Governo do Estado. Isto é um crime que precisa ser apurado pela Policia Federal.
Aí entra uma verdade clara: esta coluna acha vergonhoso o grau de omissão governamental e mesmo de alguns que se dizem ambientalistas mas emudecem quando o assunto é preservar o pequeno percentual de Mata Atlântica existente no Piaui, algo em torno de 3%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
O Piauí vai perdendo suas florestas e cerrados e só o governo e os tais ambientalistas não enxergam. Enquanto isso, a população só se vê e escuta briguinhas e bate-bocas eleitorais que não acrescentam nada a nada. Não aparece um sequer desses perpétuos políticos do Piauí para defender com firmeza e seriedade uma causa ambiental no Estado.
Autor de uma ação popular, Antonio de Deus lembra que luta contra os sérios problemas de desmatamentos existentes no Piauí, também através de ação civil pública e várias representações junto ao Ministério Público Federal. “Mas a justiça é muito lenta”, lamenta.

Governador teria liberado licenças

Dalton Macambira garante em sua entrevista que na Conferência do Clima, em Copenhague, onde ele foi, “o Piauí o compromisso de contribuir para que o Brasil consiga alcançar a meta de reduzir em 40% o desmatamento nos cerrados brasileiros”.
Ainda segundo Macambira, o Estado possui 12 milhões de hectares compostos por esse bioma, mas apenas 10% são utilizados com alguma atividade econômica. “Isso o torna estado o menos devastado do país e vamos continuar lutando para barrar o desmatamento e assim, garantir um desenvolvimento sustentável”, ressalta.
Já o advogado Antonio de Deus acha que “o governador Wellington Dias (PT) , que criminosamente liberou várias licenças ambientais e estudos de impacto ambiental, maculado de vícios, aparece com a maior cara de pau nas emissoras de TV travestido de ambientalista”.
“Isto é imperdoável e ridículo”, acrescenta Antonio de Deus.


A geração 400 ppm
Cada geração deixa para a seguinte um legado, uma herança, uma marca de sua passagem pela Terra. Quando na última quinta-feira (9), dois diferentes observatórios internacionais confirmaram a concentração recorde de 400 partes por milhão de C02 na atmosfera, materializamos um dos mais terríveis legados da nossa geração. Se for para ser assim, é bom que saibamos exatamente o que isso significa.
Apesar de todos os alertas da comunidade científica – especialmente do grupo de aproximadamente 2.500 cientistas reunidos no Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU – chegamos ao patamar considerado de risco para que os fenômenos climáticos ocorram de forma minimamente previsível e não ameace a vida tal como a conhecemos. Ou seja, estaríamos maculando o software inteligente da natureza através do qual os ciclos climáticos se resolvem.
Sim, ao longo de sua história o planeta já sofreu várias glaciações e já conheceu períodos de concentrações ainda mais intensos de CO2 na atmosfera. O fato é que jamais tamanha acumulação de gases na atmosfera aconteceu tão rapidamente, determinando em um período tão curto de tempo variações tão importantes de temperatura. Em resumo: este novo ciclo de aquecimento global guarda uma forte relação com nossos hábitos, comportamentos, padrões de consumo e estilos de vida.
É como diz Nate Lewis, do Instituto de Tecnologia da Califórnia: “A composição da atmosfera terrestre tem permanecido relativamente imutável por 20 milhões de anos. Mas nos últimos 100 anos, começamos a transformar de forma drástica essa atmosfera, e a mudar o equilíbrio de calor entre a Terra e o Sol, de modo que essas mudanças poderão afetar enormemente o habitat de cada planta, animal ou ser humano neste planeta”.
A capacidade de o planeta “metabolizar” os gases-estufa através de fenômenos naturais de absorção pelos oceanos, solos e florestas é de aproximadamente 5 bilhões de toneladas por ano. Apenas no ano de 2008 (no auge da crise internacional e com as economias do mundo desaceleradas) emitiu-se 7,9 bilhões de toneladas com a queima de combustíveis fósseis e 1,5 bilhão de toneladas com os desmatamentos. Esses 4,4 bilhões de toneladas a mais vão se acumulando lenta e perigosamente na atmosfera, agravando a retenção de calor.
Os 10 anos mais quentes já registrados desde o início das medições, em 1880, ocorreram a partir de 1996. A concentração de 400 ppm de CO2 registrada dias atrás projeta um cenário de aquecimento – se nada for feito e continuarmos aumentando nesse ritmo as emissões de gases-estufa – que poderá chegar aos 6,4 ºC graus até o final do século.

Usinas termoelétricas a carvão estão entre principais emissoras de carbono na atmosfera (Foto: AP Photo/Charlie Riedel)
Professor de Política Ambiental em Harvard e ex-presidente da Associação Americana para o Progresso da Ciência, John Holdren explica de forma bastante simples os impactos da elevação da temperatura do planeta: “A temperatura normal de seu corpo é cerca de 37 ºC. Quando sobe um pouco, até 39 ºC, isso já é uma coisa grave, e mostra que há alguma coisa errada com você”.
O degelo das calotas polares (que vem acontecendo numa velocidade superior à prevista pelos estudiosos) e a expansão volumétrica dos oceanos já determinaram a elevação do nível do mar entre 10 cm e 20 cm no século passado. Parece pouco, mas não é. Em um planeta mais quente esses processos serão intensificados e deverão modificar a geografia costeira dos continentes com impactos diretos sobre aproximadamente 600 milhões de pessoas que vivem em áreas mais vulneráveis.
Haverá também mudanças importantes nos ciclos de degelo em cordilheiras nevadas como os Andes e os Himalaias. Isso significa a interrupção do abastecimento regular de água em períodos de estiagem em países como China, índia e Peru, com graves impactos na produção de alimentos. Certas culturas agrícolas mais sensíveis já estão sendo realocadas pois não se adaptam facilmente à mudança do clima. Isso tem provocados sucessivas quebras de safra e riscos reais para a segurança alimentar em várias partes do mundo.
A acidificação dos oceanos – causada pelo acúmulo de CO2 – e a elevação da temperatura da água já estão determinando perdas importantes nos ecossistemas marinhos. A principal delas é a morte dos corais, base da cadeia alimentar de inúmeras espécies. Sem redes de corais resilientes e saudáveis, os impactos econômicos e sociais sobre quem pesca, quem processa o pescado e quem se alimenta de peixes e frutos do mar é incalculável.
São muitos os estudos revelando os impactos das mudanças climáticas sobre espécies animais e vegetais. Nos diferentes reinos da natureza, nem todos os seres vivos se adaptam a mudanças de temperatura.  Considerando o nível de interdependência entre as espécies, cada perda significa um novo risco sistêmico, enfraquecendo a “teia da vida”.
A mudança do ciclo da chuva é particularmente dramática em países como o Brasil, que depende de “São Pedro” para manter uma agricultura forte e pujante e uma matriz energética fortemente baseada em hidroeletricidade. Para sustentar o nível dos rios e das represas em padrões adequados, é preciso chover no lugar certo, e de preferência, nos períodos certos.
O agravamento dos chamados eventos extremos – aumento do poder de destruição de furacões, ciclones, tornados, tufões, secas, inundações etc – tornou obrigatória a definição de novos protocolos de segurança, alertas meteorológicos, macrodrenagem urbana, contenção de encostas, remoção das áreas de risco e etc.
São muitas as mudanças necessárias e urgentes na direção da mitigação (redução das emissões de gases-estufa) e adaptação (ações que reduzam os impactos inevitáveis causados pelas mudanças climáticas). O incrível – ou melhor, o absurdo – é que a ampla maioria dos países endossa os alertas da comunidade científica, financia as pesquisas de ponta relacionadas às mudanças climáticas, assina acordos internacionais importantes como o do Clima (1992) e o Protocolo de Kyoto (1997), envia representantes para as Conferências das Partes organizadas pela ONU para debater o assunto, mas, apesar de tudo isso, não consegue praticar o que fala.
É enorme a distância que separa as “boas intenções” das medidas concretas e efetivas que reduzam os estragos das mudanças climáticas. São muitos os chefes de estado que posam com o cenho franzido na foto, declaram-se publicamente preocupados e comprometidos, mas que nada ou pouco fazem. A atual geração de líderes políticos entra para a história como os avalistas do indigesto legado de 400ppm de CO2 na atmosfera.
Esse descolamento entre o discurso engajado e as políticas públicas se materializou fortemente no ano passado durante a Rio+20 (o maior encontro internacional da História em número de países), quando a proposta de se reduzir ou eliminar os subsídios da ordem de 1 trilhão de dólares destinados anualmente à exploração de petróleo foi solenemente ignorada na Cúpula. O Brasil, por exemplo, que realiza esforços e manobras contábeis sem precedentes para financiar a exploração do petróleo na camada pré-sal, foi contra.
Trata-se do mesmo governo que ignorou o prazo estipulado pela Política Nacional de Mudança do Clima (abril do ano passado) para que fossem anunciadas as metas para a redução das emissões de gases estufa em setores específicos da nossa economia.
Fundador do World Watch Institute, atual presidente do Earth Policy Institute, o pesquisador Lester Brown, em um dos capítulos do livro “Plano B 4.0”, resumiu da seguinte maneira o tamanho do desafio que os atuais chefes de estado não parecem dispostos a enfrentar com a devida celeridade:
“Dada a necessidade de simultaneamente estabilizar o clima e a população, erradicar a pobreza e restaurar os sistemas naturais da Terra, a civilização enfrenta, neste início de século 21, desafios sem precedentes. Responder bem a pelo menos um deles já seria algo importante. Mas o grave quadro exige responder efetivamente a cada um deles ao mesmo tempo, tendo em vista a interdependência entre os problemas”.
Tal como hoje se dá na Alemanha, quando as novas gerações estudam o nazismo nas escolas e depois, em casa, os netos perguntam para os avôs: “O que o (a) senhor (a) fez para impedir isso?”, é bastante provável que em um futuro próximo também os nossos netos nos perguntem: “Quando se confirmou o risco do pior cenário climático, o que o (a) senhor (a) fez para impedir isso?”
Qual será a sua resposta?


Usina de carvão na Austrália dá lugar a complexo sustentável


O escritório australiano de arquitetura NAAU desenvolveu o projeto de revitalização de um bairro em que hoje está localizada uma fábrica de carvão. A ideia é deixar o local mais bonito, sustentável e torná-lo uma referência em energia limpa.
Apelidado de “Paisagens Cultivadas”, o projeto foi desenvolvido para o concurso “Cidades em transformação – Futuro de baixo carbono” e oferece uma proposta alternativa ao Latrobe Valley, em Melbourne (Austrália). Entre as modificações, alguns destaques são: inclusão de sistemas limpos de produção energética, agricultura sustentável e ecoturismo.
A usina de carvão, instalada atualmente no local, já tem prazo para deixar de funcionar. Conforme informações divulgadas no Inhabitat, as portas da fábrica deverão ser fechadas até 2030. A partir daí a região passará por modificação e recuperação total.
Os arquitetos explicam que não se trata apenas de reverter as condições atuais para modelos mais naturais. Através da reutilização das estruturas existentes, o bairro será sustentável, ao mesmo tempo em que terá a sua história preservada.
A proposta inclui o uso de energia solar e geotérmica, que seriam conectadas através da rede local. Além disso, novas práticas de agricultura seriam levadas à região, principalmente para incentivar a produção de alimentos a serem comercializados localmente. Para finalizar, a nova “Paisagem Cultivada” deve ganhar características culturais e turísticas, pela implantação de acampamentos, escolas e espaços para a prática de esportes ao ar livre. 


Cidade paulista transformará restos de madeira em energia


Em Araçatuba, interior de São Paulo, toda a madeira descartada como lixo será transformada em energia limpa. A iniciativa visa combater o desperdício e substituir o uso do carvão em fornos e caldeiras de empresas locais.
Já foi instalado um ecoponto na cidade. Desta forma, o descarte de galhos de árvores e restos de madeira usados na construção civil passará a ser feito da maneira correta. Os moradores terão direcionamentos sobre a nova prática e serão orientados a descartar o material neste local. Posteriormente, a empresa Monte Azul transformará o material em energia. Atualmente, a companhia já é responsável por coletar e tratar o lixo.
Segundo o presidente da Monte Azul, Fernando Daud, a empresa investiu R$ 200 mil em equipamentos para todo o processo. A energia será vendida para uma fábrica de cerâmica e abastecerá fornos e caldeiras que atualmente utilizam o carvão como combustível.
Daud afirma que a usina processará até 150 metros cúbicos de madeira por hora, calcula-se que esta quantidade represente 25 caçambas de lixo cheias. Desta forma, haverá um ganho considerável tanto para a empresa quanto para o meio ambiente.
Para o secretário do meio ambiente de Araçatuba, Jorge Hector Rozas, o benefício com o novo sistema, além das questões ambientais, será reduzir os agentes vetores que proliferam na matéria orgânica. Neste ano, pelo menos 16 pessoas já foram contaminadas pela doença, que pode ter os cães como hospedeiros, além de poder provocar a morte.
"Vamos ter uma cidade mais limpa, porque estes materiais descartados ficavam expostos ao meio ambiente, teremos menos queimadas e, com certeza, vamos reduzir a proliferação de vetores", afirmou o secretário. 


Mais informação:
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Mais hidrelétricas mal explicadas nesse país solar: Fumaça, Tapajós, Jamanxim, Teles Pires e claro, Belo Monte

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