domingo, 17 de julho de 2016

De cabeça (e de boca) no low-no poo

Para os ocidentais, espuma é sinônimo de limpeza. 
Lavar o cabelo é completar um processo de limpeza e leveza. É um momento de terapia que soma-se a pureza da água. Massagear os cabelos com o shampoo, enquanto a água cai pelo corpo é um momento ímpar.
Para a maioria das pessoas, a limpeza só é completa com um bom shampoo. A espuma é quase uma substância sagrada: Enquanto a água purifica, a espuma limpa a sujeira dos cabelos, completando todo o processo.
No entanto, aquela espuma que sai dos fios e caí no ralo do banheiro, leva com ela muito mais que a sujeira do dia a dia. 

Quantos de nós já tivemos a sensação de que aquele shampoo lavou demais os fios? O aspecto duro e seco, o som de "cabelo cantando" no final do processo de lavagem é resultado de substâncias como o 
Lauryl Sulfate, Sodium Laureth Sulfate e outras substâncias de caráter ultra-limpantes presentes em muitos shampoos comuns do mercado. 

Estas substâncias presentes no shampoo, responsáveis pela grande quantidade de espuma, lavam muito mais que a sujeira: elas removem lipídios naturais do cabelo e do couro cabeludo, responsáveis não só pela sedosidade, como também pela proteção capilar.

Cabelos secos, geralmente os cacheados, crespos e encarapinhados, sofrem demais os danos do shampoo comum. 

NO/LOW POO,  cujo termo patenteado pela Deva, se popularizou em todo mundo como técnicas de tratamento que priorizam a utilização não só de agentes mais leves de limpeza, como também de substâncias que tratem o cabelo por completo, sem mascarar a saúde dos fios.

Ambas as técnicas foram divulgadas pela cabeleireira Lorraine Massey, em seu livro Curly Girl. Neste livro a cabeleireira sugeria a utilização de pouco shampoo (Low Poo), ou abolir o uso completo de shampoos (No Poo). - Poo: Shampoo - 

A prática de 
Low Poo, defende a utilização de shampoos com agentes de limpeza de caráter leve, que não agridem a fibra capilar. Substâncias como Betaína cocamidopropyl (Anfótero) e Sulfossuccinato de Sódio de Dioctilo, são mais leves, fazem menos espuma e proporcionam limpeza aos fios sem retirar a proteção natural do couro cabeludo. 
A técnica também defende a utilização de produtos que não contenham em sua fórmula 
Petrolatos (parafina líquida -óleo mineral-, vaselina). O uso constante de petrolatos deixa o cabelo pesado e mascara a saúde dos fios. É como usar uma chapinha em um cabelo ressecado: ele tem brilho e parece saudável, mas por dentro, carece de substâncias essenciais a sua saúde. Além disso, os petrolatos, criam uma barreira para a absorção de muitas substâncias presentes nos cosméticos.

No 
No poo,  é abolido o uso de shampoos, mesmo os de caráter mais leves. Sendo assim, além dos petrolatos, não utiliza qualquer produto (máscaras, leave-in, condicionadores) que contenham silicones insolúveis em água, pois estes só são retirados do cabelo com shampoo.  A lavagem, chamada co-wash é feita com condicionadores que não contenham  silicones.  

Sendo assim, a diferença do NO para o LOW poo é que neste último, o shampoo é utilizado com substâncias de limpeza leves e portanto, máscaras, cremes de pentear e demais produtos podem conter silicones que são retirados dos fios com o shampoo. Já o NO POO, por não se fazer a utilização de shampoos, os produtos com silicones insolúveis não são utilizados.


Todos os produtos para NO POO, podem ser utilizados por pessoas que praticam LOW POO. No entanto, os produtos para LOW POO não são utilizados por quem pratica NO pois, possuem em sua fórmula silicones insolúveis em água. 







Em 2011, a Revista dos Vegetarianos publicou uma reportagem específica sobre beleza vegana e natural, ainda não se falava em low-no poo por aqui e eu fui consultada, deixando justamente as dicas abaixo, também disponíveis na postagem Estou na Revista dos Vegetarianos de Julho e Agosto.

"As preciosas dicas da Carol Daemon, adepta da cosmetologia fitoterápica:
1. Desconfie de sabonetes com cores atraentes e brilhantes, cremosos, leitosos, perfumados e que fazem um mundo de espuma. São indicios de corantes, essências, espessantes e agentes espumantes artificiais responsáveis por reações alérgicas.
2. Produto caseiro não significa natural: tem sabonetinho artesanal cheio de soda cáustica!
3. Os óleos vegetais indicados são os essenciais (medicinais) e os que podem ser ingeridos. Aqueles perfumados à venda nas farmácias, como óleo de amêndoas para uso cosmético, não servem e não têm nada de naturais.
4. As pessoas têm a impressão que xampus que fazem mais espuma são melhores, pois limpam mais. Não é verdade: limpam além do necessário e acabam removendo a camada natural de hidratação da pele, causando ressecamento excessivo.
5. Um óleo de girassol nacional pode ser tão bom quanto um óleo importado de planta exótica. O próprio azeite de oliva é usado como cosmético em todo o Mediterrâneo.
6. Ao usar produtos caseiros, tenha muito cuidado. Faça um teste preliminar na pele do braço e não se exponha ao sol."


O tempo passou, os erros levaram à alguns acertos e há mais ou menos um ano, escrevi uma postagem sobre duas linhas de cosméticos naturais que havia acabado de conhecer, a carioca Fefa Pimenta e a baiana Ewé Alquimia. Como resolvi literalmente mergulhar de cabeça no mundo delas, acabei encontrando mais gente e hoje, trago uma postagem mais completa. Para não ficar redundante (e porque esse blog está virando um monstro de tão grande), estou retirando do ar a postagem antiga - sobre Fefa e Ewé exclusivamente - e anexando todo seu conteúdo nessa atual, que traz mais fornecedores e tenta modestamente desfazer alguns mitos.
Hoje, encontra-se até aplicativo para celular e grupo de discussão das técnicas low-no poo. Eu prefiro ir pela linha mais simples, não gosto de ficar lendo rótulos, comprando quilos de tubos e lavo o cabelo todo dia porque moro em cidade de clima quente e ainda nado. Mas cada um sabe de si e há quem não viva sem suas tabelas e seu tubinho de Yamasterol, resgatado por muitas por ser liberado para a técnica.
Importante: Nem todo produto no-low poo é biodegradável e não testado em animais. Nem todo produto caseiro é natural ou mesmo seguro. Bom senso sempre.






De junho de 2015 (mas sempre atual):
Um dos assuntos mais populares daqui do blog é cosmética natural, abaixo em "mais informação", eu deixo as postagens mais acessadas no assunto. Com isso, acabei encontrando algumas pessoas da área e tendo a oportunidade de conhecer produtos não testados em animais, livres de parabenos, aromas e corantes sintéticos ou derivados de petróleo, produzidos em base de óleos essenciais e resinas extraídas de forma ética, além é claro de serem 100% biodegradáveis. Essa semana mesmo chegaram duas compras recentes que fiz e recomendo. 
Recomendo exatamente porque comprei como todo mundo, não foram presentes em troca de divulgação aqui no blog. Mesmo que tivessem sido presentes, eu não venderia esse espaço em troca de sabonetes e xampus e, caso fossem ruins, não divulgaria. Como já disse milhares de vezes, esse blog só me dá prazer, com ele nunca ganhei um centavo.
Sendo assim, sinto-me inteiramente à vontade para divulgar o bom trabalho de terceiros, se devemos ser a mudança que queremos no mundo, nada mais natural do que dar uma força a quem vive do que acredita.

Quem chegou primeiro: os xampus sólidos e sabonetes em barra de Fefa Pimenta
Em uma frase: Estou simplesmente encantada, os produtos além de excelentes, deixaram minha casa inteirinha cheirando a óleo essencial de laranja. Uma coisa de bom.
Se nunca lavou o cabelo com um xampu sólido, não sabe o que está perdendo, se existe coisa mais prática, fico devendo, ainda por cima sai mais barato porque rende. Vale muito a pena!

Ganhei de brinde um mini sabonete de lavanda (com óleos essenciais de manjericão, patchouli e alecrim), que não havia encomendado, e estou amando para lavar o rosto. O difícil no site da Fefa é se controlar para não levar um de cada e ficar brincando em casa. Atenciosa, lembrou meses depois, que o xampu sólido que eu queria, em hena, não estava disponível, sugeriu-me outro, levei e estou mais do que satisfeita. Repare que as embalagens acima são 100% recicláveis e biodegradáveis.



Vindos da Bahia pelos nossos confiáveis serviços de Correios, os cheiros de inspiração afro da Ewé Cosméticoscom produtos específicos para cabelos cacheados e tutoriais no youtube para moças negras manterem seus cachos lindos com a manteiga de dendê e mel delasAlguns produtos parecem ter inspiração mais mística com toda a simbologia do Candomblé. Como não tenho cabelo afro, sempre levo um xampu de raiz forte (com juá, que tanto amamos por aqui, além de pimenta, alecrim e mutamba) para fortalecer o couro cabeludo. E aproveito também para encomendar o que já virou um vício para mim, o perfume de Gabriela, com textura de manteiga e inspirado na personagem homônima do livro de Jorge Amadoem cravo e canela, cacau, rosas, gerânios e bergamota.

Ainda tenho dois produtos antigos, a manteiga de baunilha, que uso para retirar maquiagem, e a manteiga corporal de Gabriela. Pena que não produzam mais do segundo, prefiro ao perfume, rende muito e sai mais em conta.
Ganhei de brinde a amostrinha do perfume Abebé em jasmim, ylang ylang, calêndula, mel e baunilha. Que delícia, mil obrigadas. 
Repare que algumas embalagens trazem um detalhe em tecido africano, muito charmoso.





Em julho de 2016, comprado em Bombinhas (SC) na semana passada e postado agora em primeiríssima mão: O xampu sólido de pitanga certificado como orgânico da paranaense de Curitiba Cativa Natureza





A leitora do blog que criou uma linha Low-No Poo depois de conversarmos sobre o assunto, a paulista de Campinas Adriana Volpi, proprietária da Tulipa Produtos Naturais, que enviou um produto de cada e fabrica com excelência um sabonete medieval em 85% de azeite de oliva. Tudo disponível na postagem Os incríveis produtos biodegradáveis, não testados e low-no poo da Tulipa Produtos Naturais




Mais produtos da baiana Ewé, o perfume sólido de Gabriela e os condicionadores de castanhas e copaíba, acompanhando uma linha recém descoberta e ainda não citada aqui, os produtos cariocas de O Alquimista de Chad, a natureza em toda a sua pureza. Levei a manteiga de manga e o óleo de coco, misturei ambos no mesmo vidro e gostei ainda mais. Uso nas pontas e para remover maquiagem, protetor solar e poeira do rosto antes do banho toda noite. Levei também dois xampus sólidos que agora não lembro ao certo, mas acho que foram Imperial Abissínia Orvalho do Mar. O site do Chad é a maior viagem, vale a viajada nos produtos dele, tem até rádio própria para você entrar no clima hedonista da linha, que é toda voltada para viver um grande amor.





Mais produtos da carioca Fefa, meus favoritos em hena e pracaxi, dessa vez acompanhados de outra descoberta recente e tampouco citada antes por aqui, a Cheiro Vivo Cosmética Artesanal da paulista  de Pindamonhangaba Ananda Garcia, que faz um maravilhoso xampu sólido de lavanda.




Uma opção industrializada e líquida: O xampu industrializado low poo da linha low e no poo da mineira Bioextratus BoticaNa foto com o condicionador de castanhas da Ewé e a manteiga de manga (batizada com o óleo de coco) do Chad. 
Fiz questão de provar também um produto industrializado para derrubar um grande mito "natureba": Nem tudo que é industrializado é ruim, como nem tudo que é (tido como) natural é saudável, seguro ou mesmo sustentável.
Grande parte das indústrias do nosso país são sérias, ambiental e socialmente responsáveis. As certificações ISO, BV, Disney, Universal e OHSAS estão aí para isso, para que você entre no mercado e compre com segurança. Na verdade, é mais fácil multar, autuar e com isso, interditar uma indústria (bloqueando os bens dos proprietários) do que uma fabriqueta de fundo de quintal, cujo dono não é nem registrado e evapora de uma hora para outra.
Como você sabe que aquele cara com pinta de hipongo, vendendo seus cosméticos na barraquinha ao som de new age não está usando óleo de soja transgênica como base, despejando tudo no bueiro da rua e colocando os filhos (crianças) para trabalhar a madrugada toda na única fonte de renda da família? Você sabe quem audita e fiscaliza o negócio de fundo de quintal? 
Da mesma forma que existe muita gente séria fazendo seus cupcakes, vestidos bordados e xampus em barra no quarto de empregada, também existem muitos bandidos. E o mesmo princípio aplica-se à indústria.
Aliás, quando uma empresa pequena como a Fefa torna-se média como a Cativa, ela deixa de ser Fefa? E quando uma Cativa torna-se grande como a Bioextratus, ela deixa de ser Cativa? 
Diga-se em honra da Bioextratus, que tem justamente a mais difícil das certificações ambientais, o ISO 14001, são autossustentáveis energeticamente por terem migrado optativamente para solar (o que não é nenhuma obrigação legal), constam da lista da PEA de empresas que NÃO testam seus produtos em animais e começaram pequenos, como a Cheiro Vivo, a Fefa, a Ewé e o Chad.
Observação de professora de meio ambiente e auditora para processos de certificação: No site da empresa há uma foto da mata em volta da fábrica deles, que está em ótimas condições e com sinais de reflorestamento e manejo. Se os efluentes não fossem tratados, estaria um lixo. Como Cubatão (SP) ou pior, Mariana (MG).
E vamos combinar que empregar um bando de gente na CLT não é para qualquer um.





A tradicional Phebo e Granado, que mereceu postagem aqui há tantos anos, "Pharmácia Granado", agora também low poo. Estou usando e amando, os cheiros são divinos, de jardim florido. Cheira a casa toda.





Agora, a Lola Cosmetics faz parte da lista de empresas que não testam da PEA. A Lola sempre declarou não testar, mas como não fazia parte, não confiava. Entraram para a lista, comprei com segurança. Não levei xampus e condicionadores, só os cremes de tratamento. Estou usando como leave-in ou pré-lavagem e gostei muito de tudo, são cremes bem densos.






Visitando sites das saboneteiras caseiras, cheguei sabe-se lá como no da paulista Destilaria Bauru, empresa que fornece justamente a matéria prima em óleos e manteigas para esse povo todo. Se for comprador compulsivo, não clique no link, até eu que sou parcimoniosa tive que me conter. Há óleo essencial, prensado a frio, de segunda prensa e em manteiga nas mais variadas texturas para tudo o que você imaginar. A listagem parece um relatório do ICMBio. Escrevi antes para eles perguntando por um óleo de primeira prensa (extravirgem) de abacate, fruto que gosto tanto que criei uma postagem homônima só para ele por aqui, "Abacate, as receitas mais fáceis". Responderam rapidamente, animei-me e perguntei sobre a manteiga de outro fruto que também é dos meus preferidos e igualmente merecedor de postagem exclusiva, "Cupuaçu". Responderam o que eu precisava ouvir: ambos os produtos são comestíveis, é claro.
Não estranhe, um dos grandes mitos em cosmetologia é justamente a toxidade do que passamos na nossa pele. Para quem foi criado a xampu sintético, beber do mesmo é coisa de maluco. Mas se você observar que a pele é o maior órgão do corpo humano, uma esponja capaz de absorver até veneno, porque seria normal passar nela o que não pode ser ingerido?
Então você conclui que tudo que usou como tratamento de beleza até hoje, no fundo estava te intoxicando, porque não se deve passar na pele o que não se pode colocar na boca. 
Muita gente deve lembrar de receitas antigas com mel, azeite de oliva e óleo de amêndoas como grandes aliados de beleza. E não demorou muito para as moças adeptas da alimentação funcional descobrirem os benefícios do óleo de coco na pele e no cabelo e chamarem essas técnicas milenares de Slow Beauty
A beleza relaciona-se sempre com a saúde e Hipócrates, o pai da medicina moderna, já ensinava em 400 A.C. que devemos fazer do nosso alimento o nosso medicamento. E é disso que estamos tratando aqui, nos livrar do que faz mal até a uma proteína morta, o cabelo.
Apavorado com o seu desodorante? É para ficar mesmo! Eu só uso Leite de Magnésia, aquele antiácido e laxativo dos tempos da vovó, leia mais sobre a relação existente entre os antitranspirantes e câncer de mama na postagem Desodorantes veganos sem alumínio
Comprei dos dois produtos obviamente, aproveitei também e pedi uma manteiga de arghan, que não é comestível. Entregaram em dias pelos correios, não foi caro e ainda veio uma relação extensa de todos os produtos com propriedades e normas científicas.





O que eu comi:

O óleo extravirgem prensado a frio de abacate da Bauru. Fiz uma manteiga de alho com ele. Essa manteiga de alho é uma das receitas mais antigas daqui do blog, o passo a passo está na postagem sobre azeite de urucum e manteigas de vegetais, Azeites aromáticos orgânicos e "manteigas" de legumes caseiras. A maior moleza, ferve uma cabeça de alho em pouquíssima água até a água evaporar toda (ou no vapor de outra coisa, como arroz por exemplo), espere esfriar para não queimar os dedos, corte a base dura e fibrosa, "ordenhe" os dentinhos num vidro bem limpo, tempere com sal, orégano, manjerona seca, ervas finas, pimenta calabresa seca e rosa em grãos... cubra com qualquer óleo extravirgem e guarde na geladeira. Fica melhor no dia seguinte e acompanha tudo, de torradinhas à massa al dente e raízes cozidas.






A manteiga de cupuaçu, que é muito forte, com consistência de manteiga de cacau, e foi misturada em partes iguais com a manteiga convencional na massa (em farelo de milho) de um crumble de maçã com mirtilo seco. Essa também é uma das receitas mais antigas daqui do blog e o passo a passo com medidas está na antiga postagem Crumble de banana com castanha do caju e de morango com castanha do Pará. O sabor da manteiga de cupuaçu é frutado, levemente ácido, e eu imagino que seja o complemento ideal para o cupulate, o chocolate obtido a partir das castanhas do cupuaçu, como o chocolate convencional é obtido a partir das sementes do cacau, que misturado a sua manteiga (de cacau) nos rende os bombons que tanto amamos. Nenhuma coincidência, o cacau e o cupuaçu são frutos irmãos - Theobroma Cacau e Theobroma Grandiflorum.











De quem tentei comprar e não consegui: Santo Sabão Saboaria Artesanal, paulistanos, estavam só dando cursos para quem já sacou que o mais legal nisso tudo é você poder fazer o que quiser em casa. Estou esperando a produção voltar à ativa. Mona, a baiana responsável pela Ewé, também dá seus cursos lá em Salvador.


O que eu usava antes e gostava muito, mesmo não sendo low-poo: Lush Cosméticos Frescos Feitos à Mão Força da Terra Cosmética NaturalA foto abaixo está na página do blog no face há anos, como bons exemplos de marcas que não testam em animais.







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Um comentário:

Mona Soares disse...

Carol, que incrível teu texto!
Você sempre foi uma referência pra mim e me ver citada aí, no meio de várias marcas que eu também admiro é uma honra.
Beijão
Mona (Ewé alquimias)